NOTÍCIAS

O Jornal diário dos Ancepianos

12 de abril  -9h

Comissão trata da atualização das normas profissionais ao ambiente atual

PAINEL II

​Emilio Mayrink Sampaio - Gerente de Renda Fixa da Previ

- Centrou a sua exposição na experiência da Previ em gestão de risco e na norma que virá para complementar a IN 31 e que vem sendo objeto da Consulta Pública 007/2020.

- A  consulta pública 007/2020  abre para discussão a minuta de IN que a Previc propõe para tratar dos  critérios de classificação dos ativos financeiros e regras para constituição de provisão para perdas, associadas ao risco de crédito.

- Para Emílio é complementar no sentido de facilitar o diagnóstico do crédito privado.

- Para tratar do assunto e poder contribuir para a audiência pública a Previ criou um GT no qual estão representadas de forma integrada várias áreas, em especial a contábil e a de análise de risco. As propostas já foram enviadas à Abrapp, onde também funciona um GT com a mesma finalidade e que até o final de outubro estará encaminhando à Previc uma consolidação com as propostas do sistema a esse respeito.

A gestão de risco na Previ, apoiada no tripé risco, retorno e liquidez, tem como um de seus pontos altos  o “Chinese Wall” erguido na entidade entre as áreas de investimento e de análise de risco. “Isso blinda bastante os processos decisórios na entidade e torna o processo todo mais seguro”. Ele listou os diferentes riscos que são objeto das atenções: estratégicos, solvência, liquidez, judiciais, operacionais, atuariais, de governança, de mercado, de  imagem e crédito.

- O objetivo da Previc, com a minuta colocada em audiência, e do sistema ao discuti-la para aprimorá-la, “é claramente garantir um nível elevado na análise do crédito, algo perfeitamente em linha com a imagem positiva do BC e do sistema financeiro brasileiro e em aderência aos normativos”.

- A nova norma  que irá sair da audiência pública olha o risco de crédito permitindo que se trabalhe não só com a perda incorrida mas também com a esperada.

- Observou que poucas entidades têm tamanho para trabalhar com uma metodologia própria de análise de crédito. No caso de alguns ativos de maior valor, reprecificados diariamente, as entidades nem precisam se preocupar porque o seu preço diário já embute a avaliação que o mercado faz do risco.

Mas há  um desafio em sua operacionalização, pois a nova norma não define claramente quais são os ativos financeiros que lhe são sujeitos. Essa sugestão é um dos pontos que deverão ser propostos pelo sistema à Previc na audiência pública em curso.

 

 

 

 

 

 

 

Os desafios trazidos pela norma Noclar – Responding to Non-Compliance with Laws and Regulations (Resposta ao Descumprimento de Leis e Regulamentos), do International Ethics Standards Board for Accountants (Iesba), apontaram a necessidade de melhoria do ambiente regulatório para os profissionais da contabilidade no Brasil.

Essa constatação motivou o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) a criar uma comissão para apresentar uma proposta de reformulação do Decreto-Lei n.º 9.295/1946, de regência da profissão contábil. A primeira reunião do grupo foi realizada esta semana, na sede do CRCSP, na capital paulista.

O presidente do CFC, Zulmir Ivânio Breda, esteve presente nesse início das discussões. “Queremos deixar expressas as delimitações da responsabilidade do profissional da contabilidade em determinadas situações, assegurando que ele tenha segurança jurídica na realização de seu trabalho”, declarou o presidente.

Segundo ele, é importante que haja uma definição quanto à responsabilidade do profissional em casos de sonegação fiscal dos clientes, assim como em casos de lavagem de dinheiro. “O profissional não pode ser responsabilizado por ações cometidas por seus clientes que sejam relacionadas à gestão”, declarou.

O vice-presidente Técnico do CFC, Idésio da Silva Coelho Júnior, nomeado coordenador da comissão, destaca ainda que “há uma necessidade de mudança da legislação frente à evolução dos tempos e pela valorização do profissional perante a sociedade”. Ele acrescenta que outros pontos relacionados a questões administrativas e operacionais também serão tratados.

Convidada a integrar a comissão, a presidente do CRCSP, Marcia Ruiz Alcazar, falou sobre a importância de uma discussão dinâmica abordando pontos atuais sob o prisma da lei orgânica da profissão. “Estamos a postos para servir e defender os interesses da profissão e dos profissionais da contabilidade, focando sempre na garantia dos direitos conquistados”, declarou a anfitriã da primeira reunião.

PETROS: UMA EM CADA 10  CONTRIBUIÇÕES EXTRAS ESTÃO SUSPENSAS PELA JUSTIÇA

 

A cobrança de uma em cada 10 contribuições extras que deveria estar sendo paga pelos   participantes à Petros, por conta do plano de equacionamento de déficit, encontra-se suspensa por liminares concedidas pela Justiça, informa a FOLHA DE S. PAULO. Até agora foram 18 decisões suspensivas, três delas já revertidas pela entidade.

 

Os participantes e seus advogados reclamam que as alíquotas são muito pesadas, podendo chegar e até superar um pouco os 30%, além de que o déficits causados por problemas de gestão, fraude ou até mesmo corrupção, fogem ao controle dos participantes. A notícia não cita que os trabalhadores participam da administração elegendo os seus representantes.

 

No total a Petros responde atualmente por 42 ações judiciais movidas por participantes contra o seu plano de equacionamento do déficit.

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Benefícios previdenciários sustentam cada vez mais as   famílias brasileiras

A pesquisa sobre rendimentos dos brasileiros divulgada ontem pelo IBGE mostra que as aposentadorias e pensões têm forte peso no sustento das famílias. Na média, noticia O GLOBO, 19,8% da renda  dos brasileiros em 2017 veio dos benefícios previdenciários, contra 18,7% no ano anterior.

 

No nordeste, esse percentual é ainda maior, chegando aos  23,8%.

 

Para o economista Paulo Tafner, da   FIPE/USP, isso aumenta as responsabilidades de um sistema previdenciário que cada vez mais precisará ser sustentado por um contingente menor de trabalhadores ativos.

 

Previdência dos servidores precisa mudar para salvar as contas dos estados

 

Em artigo hoje em O ESTADO DE S. PAULO, o especialista em contas públicas Raul Velloso afirma que a  reforma da previdência dos servidores é algo cada vez mais crucial diante do desequilíbrio das contas públicas. Ele lembra que o gasto total dos estados, em média, cresceu 6,2% ao ano acima da inflação, enquanto o PIB crescia 3,9%.

 

Nos últimos anos, as contas dos estados passaram de superavitárias para  pesadamente deficitárias.

BRF: nomes indicados por Abílio pedem para sair da chapa a ser votada na assembleia do dia 26

 

O executivo Augusto Cruz e mais quatro convidados da Petros e Previ para se tornarem conselheiros da BRF comunicaram à CVM a sua exclusão da chapa proposta pelo empresário Abílio Diniz, onde segundo explicaram figuravam à sua revelia. Diniz os colocou lá sem consultá-los. Ao noticiar o fato, os jornais VALOR ECONÔMICO, O ESTADO DE S. PAULO e FOLHA DE S. PAULO  ressaltam que as entidades declaram esgotadas todas as possibilidades de negociação com Diniz.

 

O afastamento desses executivos da chapa proposta por Abílio praticamente a inviabiliza para receber votos na assembleia do próximo dia 26. Na noite de ontem, Luiz Fernando Furlan, membro da família fundadora da Sadia e mais próximo de Abílio – ele nega e garante trabalhar pela empresa - ainda tentava colocar a empresária Luiza  Helena Trajano (Magazine Luiza) como cabeça da chapa de Abílio.

 

Na raiz da discordância parece estar  a insistência de Abílio em exigir a saída do advogado Francisco Petros da chapa da Petros e Previ, detentoras de 22% da BRF e que não concordam com a exigência.

 

O jornal DCI lembra que as ações da BRF já caíram 39% somente este ano na Bolsa.

A pesquisa sobre rendimentos dos brasileiros divulgada ontem pelo IBGE mostra que as aposentadorias e pensões têm forte peso no sustento das famílias. Na média, noticia O GLOBO, 19,8% da renda  dos brasileiros em 2017 veio dos benefícios previdenciários, contra 18,7% no ano anterior.

 

No nordeste, esse percentual é ainda maior, chegando aos  23,8%.

 

Para o economista Paulo Tafner, da   FIPE/USP, isso aumenta as responsabilidades de um sistema previdenciário que cada vez mais precisará ser sustentado por um contingente menor de trabalhadores ativos.

 

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O afastamento desses executivos da chapa proposta por Abílio praticamente a inviabiliza para receber votos na assembleia do próximo dia 26. Na noite de ontem, Luiz Fernando Furlan, membro da família fundadora da Sadia e mais próximo de Abílio – ele nega e garante trabalhar pela empresa - ainda tentava colocar a empresária Luiza  Helena Trajano (Magazine Luiza) como cabeça da chapa de Abílio.

 

Na raiz da discordância parece estar  a insistência de Abílio em exigir a saída do advogado Francisco Petros da chapa da Petros e Previ, detentoras de 22% da BRF e que não concordam com a exigência.

 

O jornal DCI lembra que as ações da BRF já caíram 39% somente este ano na Bolsa.