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Terça-feira, 18 de agosto
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Debêntures

reforçam

captações

                  

Papéis de dívida corporativa ajudaram  o mercado

a captar 4% mais em julhop

O mercado de capitais movimentou R$ 67,9 bilhões em julho, resultado 4% acima dos R$ 65,3 bilhões observados no mesmo mês do ano passado, segundo dados da Anbima .  A performance do mês foi sustentada principalmente pelas emissões de debêntures, pelas ofertas de FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) e follow-on de ações.

 

De janeiro a julho, foram levantados R$ 429,8 bilhões em ofertas, volume 8,8% superior aos R$ 394,9 bilhões registrados no mesmo período de 2025.

"O mês de julho reforçou o bom nível de atividade do mercado de capitais ao longo de 2026. Mesmo em um cenário externo ainda desafiador e com incertezas no ambiente doméstico, a renda fixa corporativa manteve participação dominante, mas houve espaço para um crescimento expressivo no volume de ofertas de FIIs e follow-on de açõs.", afirma Guilherme Maranhão, presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima.

As emissões de debêntures permaneceram como principal instrumento de captação, com R$ 33,1 bilhões em ofertas encerradas em julho. Apesar de o volume ficar abaixo dos R$ 46,4 bilhões observados no mesmo mês de 2025, o instrumento respondeu por 48,8% do volume captado no mês.

No segmento de títulos híbridos, os FIIs atingiram R$ 11,7 bilhões em ofertas encerradas, mais de três vezes o volume registrado em julho do ano passado, quando somaram R$ 3,4 bilhões. Os Fiagros (Fundos de Investimentos em Cadeias Agroindustriais) movimentaram R$ 145,3 milhões, acima dos R$ 54,2 milhões do mesmo período de 2025.

Inadimplência das empresas

bateu recorde em junho

O número de empresas inadimplentes no Brasil cresceu em junho de 2026 e superou a marca de 9,1 milhões de CNPJs, maior marco da série histórica. Os dados são do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian..

No período, o volume financeiro de dívidas negativadas chegou a R$ 232,9 bilhões. Em média, cada empresa inadimplente acumulou 7,3 contas em atraso, com dívida média de R$ 25.508,96 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,77.  A notícia pode ser lida na íntegra em Com juros altos, dívidas das empresas chegam a R$ 232,9 bilhões | Monitor Mercantil

FontesAnbima  +  Money Times  + Monitor Mercantil  +
 

Previc ingressa como amicus curiae na ação que discute limites para a fiscalização do TCU

Oba

A Previc protocolou, na última sexta-feira, petição de ingresso como amicus curiae na ADPF 817, ação que discute os limites da fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), revelou Leandro da Guarda, Procurador-Chefe da Procuradoria Federal junto à Previc, durante a segunda plenária do 21º Encontro Nacional de Advogados das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ENAPC), realizada em Brasília nesta segunda-feira, 17 de agosto.

O ingresso da Previc no processo, segundo o procurador, não foi uma decisão pontual. “Vem em debate já há alguns meses na Advocacia Geral da União, em várias frentes, inclusive uma frente que se iniciou por provocação e atuação da Abrapp em um fórum institucional no âmbito da AGU”, disse.

A plenária discutiu que a segurança jurídica das EFPC diante da expansão do controle do TCU dependerá da definição, pelo STF, na ADPF 817, de limites e coordenação com a Previc. Além da ADPF 817, apontada como uma via central para que o STF estabeleça a intensidade e a coordenação entre a atuação do TCU e da Previc.  A notícia na integra pode ser lida em  21º ENAPC: Previc formaliza participação na ADPF 817, que discute limites da fiscalização do TCU – Blog Abrapp Em Foco

Abrapp lança Agenda Jurídica

Reconhecido há mais de duas décadas pela riqueza de seu conteúdo e espaço de iniciativas marcantes, o 21º  ENAPC  serviu ontem como palco para o lançamento da Agenda Jurídica da Previdência Complementar, um projeto desenvolvido no âmbito da Abrapp e que vai muito além da função de um simples inventário de processos judiciais. 

Na verdade, nasce como um repositório de inteligência institucional, sob curadoria permanente do Colégio de Coordenadores das Comissões de Assuntos Jurídicos da Abrapp, que tem Eduardo Lamers, Assessor da Presidência e Superintendência-Geral da Abrapp, como Secretário-executivo. Ele explica o que representa a nova Agenda com clareza: a metodologia adotada para a sua construção prioriza o consequencialismo e os princípios constitucionais, visando reduzir a subjetividade na tomada de decisão.

Através de uma régua de priorização que avalia impacto atuarial, financeiro e relevância institucional, a ferramenta oferece um suporte técnico para que as entidades possam identificar a urgência e o nível de atuação necessário em cada demanda. O projeto, prossegue Lamers, é apresentado como um material vivo e dinâmico, que depende da colaboração contínua dos advogados e dirigentes do segmento para manter-se atualizado e eficaz na garantia da segurança jurídica a longo prazo. A matéria pode ser lida na íntegra em  Agenda Jurídica da Previdência Complementar é lançada durante 21º ENAPC – Blog Abrapp Em Foco

FontesBlog  Abrapp em  Foco  +

Idade avançada pode trazer  maior bem estar

Oba

Se  os dados acumulados ao longo de mais de 85 anos pelo Harvard Study of Adult Development  estiverem apontando na direção certa,  a maturidade avançada pode estar se revelando  como um dos períodos de maior bem-estar na trajetória humana.

 

Diz Harvard, em texto publicado no portal da   UnB – Universidade de Brasília, que passada a fase turbulenta dos 40 e 50 anos, sobrecarregada pelo trabalho e pelas responsabilidades familiares, os índices de satisfação com a vida experimentam uma ascensão consistente a partir dos 60 anos.

 

O  estudo  revelou os motivos dessa melhora. Os indivíduos que alcançam a longevidade com vitalidade física e mental preservada não são meros beneficiários de uma genética favorável, mas agentes que cultivaram estratégias adaptativas ao longo da vida, destacando-se dois eixos fundamentais.

 

Um deles é o filtro do que é de fato relevante ou não Ao envelhecer, percebemos que o tempo é curto e mudamos o foco das nossas prioridades. Os mais velhos passam a se importar menos com o que os outros pensam, com pressões profissionais ou conflitos menores. Eles preferem trocar a quantidade pela qualidade nas relações, cultivando amigos que tragam afeto e afastando o que traz desgaste.

 

O outro aspecto a ser valorizado é a  convivência social como proteção: Quem chegou aos 80 anos com a mente ativa tem algo em comum: investiu em conexões sociais ao longo dos anos. Na terceira idade, manter laços fortes e participar ativamente da comunidade funciona como um escudo natural contra o estresse, protege a memória e ajuda a manter o corpo saudável.O texto pode ser lido na íntegra  em  UnB Notícias - O Envelhecimento e a Idade da Felicidade: o que o estudo de Harvard revelou sobre a longevidade e o curso da vida

FontesUnB Notícias  +  

A solidão virou epidemia e custa caro

Oba

Mulheres com medo de homens e eles com medo delas, os medos somados gerando a solidão que precede muitas doenças e o colapso demográfico.

 

Solidão que nas próximas duas décadas deverá custar R$ 400 bilhões à economia brasileira em   invalidez, mortes prematuras e queda nos nascimentos. O texto diz que a solidão é um problema econômico gigantesco, sendo o seu impacto sobre a mortalidade algo comparável a se fumar 15 cigarros por dia. 

 

Há outras observações sendo  feitas, como a definição da solidão como pandemia, além da lembrança de que relacionamentos longos, escassos hoje em dia, são os únicos que aumentam a  rede de conhecimentos de alguém, com o tipo de socialização involuntária de que precisamos. Primos, amigos, colegas de trabalho brotam de todos os lados.  Chegou a hora de também o Brasil ter o seu Ministério da Solidão? - Estadão

FontesO Estado de S. Pauio +

 

 

A longevidade refletida nas urnas

 

17/08  -  Com o envelhecimento da população, segundo dados do TSE o número de idosos com o título de eleitor ativo cresceu cerca de 74% desde 2010. Atualmente eles correspondem a mais de 36,8 milhões de pessoas.

 

Na outra ponta, houve uma redução de 22% no número de votantes com idade entre 16 e 24 anos, considerando o período de 2010 a 2026. O levantamento foi realizado pelo Instituto Nexus, a pedido da Agência Brasil, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Além da redução proporcional, também houve recuo em números absolutos. A quantidade de brasileiros com menos de 24 anos que podem comparecer às urnas caiu 5,5 milhões. Eram 24,7 milhões eleitores nesta faixa etária, em 2010, contra 19,2 milhões, em 2026. 

Como o número total de eleitores no país aumentou 17%, passando de 135,8 milhões para 158,8 milhões no período, a participação dos jovens teve uma queda abrupta: de 18,2% para apenas 12,5% do eleitorado.

FontesAgência Brasil +  EBC  +

PL do poupador previdenciário é destaque no evento da Abrapp em Brasilia

17/08  -  Projeto que ganhou o nome de Código do Poupador Previdenciário, o PL 3.754/2026, apresentado pelo Deputado Tadeu Veneri (PT-PR) com forte contribuição de nossas lideranças, será exposto hoje (17) em seus detalhes em evento da Abrapp em Brasília. 

 

Prevê mecanismos de inscrição automática, estímulos tributários e produtos simplificados para tentar levar a poupança de longo prazo a uma parcela da população que hoje está distante dos fundos de pensão, como autônomos e microempreendedores.  A noticia pode ser lida na integra em Projeto prevê adesão automática e incentivos fiscais para ampliar previdência privada | VEJA

FontesVEJA  +

O estresse do mercado chega à renda fixa

17/08  -   O abandono pelos investidores estrangeiros de suas posições em ativos locais não ficou restrita na última sexta-feira  (13) à B3 e ao câmbio, se estendendo dessa vez à renda fixa.  Resultado, o estresse mexeu fortemente com os juros.

Nas máximas intradiária,  noticia o  Valor Econômico . as taxas de longo prazo chegaram a bater os maiores níveis desde 24 de julho - a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2031, por exemplo, saltava de 14,515% a 14,80% no momento de maior estresse do último pregão. A Bolsa terminou a semana em forte queda e p dólar em alta.  Os lassinantes podem ler na íntegra em  Estresse no mercado local chega à renda fixa e provoca inclinação da curva de juros | Intraday | Valor Econômico

 

Já o site Infomoney lembrou das recomendações de grandes bancos estrangeiros e brasileiros vistas em relatórios divulgados nos últimos dias mostram que o mercado entra na campanha com posições ainda bastante compradas em real, mas que começa

a desmontá-las diante do cenário eleitoral, aumentando a pressão sobre a divisa doméstica.

NTN-Bs que vencem hoje

pagarão um ótimo retorno

O Valor Econômico Informou neste domingo (16) que os investidores que compraram NTNs-Bs ofertadas em janeiro de 2016 e conservaram o título consigo até o vencimento amanhã (17) receberão do Tesouro Nacional nesta segunda-feira um retorno de de 258%, muito acima dos 165% que estarão sendo pagos aos possuidores de LFTs (165%) e, naturalmente, do CDI. Os assinantes podem ler na íntegra em  NTN-B 2026 superou CDI com folga desde sua primeira emissão | Intraday | Valor Econômico

FontesValor  +  Infomoney  +

85% dos RPPS só podem investir em títulos públicos e consignado

ORNAL

17/08  -   O Jornal O Estado de S. Paulo começa a notícia lembrando ter a nova Resolução 5.272 do Conselho Monetário Nacional (CMN), de 2 de fevereiro último,  determinado às entidades do regime próprio de previdência de estados e municípios que não disponham do certificado de “Pró-Gestão” que só invistam em títulos públicos e empréstimos consignados. E nota que, como 85% dos RPPS não possuem tal certificação, isso significa que estão seriamente limitados em suas alocações.

Os demais 15% não certificados , mas que alcançaram o nível 2, obtido por 138 institutos, são adicionados ao cardápio produtos mais variados de renda fixa, como títulos bancários até 20% do patrimônio, limitados a 5% por emissor, além de fundos de ações e multimercados. O nível 3, conquistado por 33 previdências, abarca crédito privado, fundos imobiliários e investimento no exterior. O último nível, atingido por somente 24 entidades, permite até mesmo fundos de investimento em direitos creditórios, os FIDCs. Os assinantes podem ler a íntegra em    Após perdas com Banco Master, 85% das previdências só podem investir em títulos públicos - Estadão

FontesO Estado de S. Paulo  +

Tentativas de fraude contra o setor financeiro crescem 9,5% no semestre

Oba

17/08  -   Pesquisa feita pela Serasa revela que as tentativas de fraude  contra o setor financeiro aumentaram  9,5% no primeiro semestre em comparação com os primeiros seis meses de 2025.

 

Ocorreram, nada menos de 1,7 milhão de investidas em processos de validação de identidade, ou seja, uma tentativa de fraude  a cada nove segundos.

FonteO Estado de S. Paulo  +

Contingente de trabalhadores informais é de 37,4% da população ocupada

Oba

17/08  -   A notícia a seguir ajuda com certeza as lideranças da previdência complementar fechada a desenhar as propostas de fomento de nosso segmento. É que, segundo novos números divulgados na última sexta-feira (14) pelo IBGE , o contingente de trabalhadores informais no segundo trimestre correspondeu a 37,4% da população ocupada. 

A informalidade é menor em   Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).

FontesMonitor Mercantil  + Metrópoles  + Poder 360  +

 

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