
Quarta- feira, 7 de outubro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
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puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
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Longevidade
contraditória
Pesquisa da Universidade de Stanford mostra que
idosos norte-americanos lideram entre os grupos que têm
ao mesmo tempo comportamentos saudáveis e de maior risco à saúde
A saúde das pessoas é com certeza um tema central para dirigentes de entidades que se dedicam efetivamente a aposentar os participantes dos planos que administram. Sendo assim, interessa saber ter levantamento feito nos EUA concluído que a população norte-americana está ao mesmo tempo e contraditoriamente mais e menos saudável. A estranha conclusão é de um estudo do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.
Cabendo lembrar que, claro, o mesmo pode estar acontecendo no Brasil.
A parcela de pessoas com hábitos saúdáveis subiu de 33% para 44% nas últimas duas décadas. Entram nessa conta a alimentação rica em frutas e verduras, os exercícios regulares e as noites de sono adequadas.
Ao mesmo tempo, cresceu o grupo com vários comportamentos nocivos, de 39% para 44%. Esse conjunto reúne sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool e consumo frequente de ultraprocessados.
Os adultos acima dos 65 anos são os principais responsáveis pela disparidade. Entre eles, o índice dos que adotam escolhas saudáveis e evitam práticas nocivas passou de 29,7% para 36,6%.
Na outra ponta, a fatia no quadrante de alto risco, com muitos costumes prejudiciais, saltou de 15,9% para 24,8%. Ou seja, são os idosos que lideram boa parte do grupo de maior risco. Leia a matéria na íntegra em Desigualdade em saúde aumenta a distância na longevidade
Fonte: MAG Instituto de Longevidade +
Edécio, da Valia, defende o fomento da previdência fechada como prioridade para o País
A longevidade que se estende cada vez mais, associada ao envelhecimento com mais saúde e o menor número de filhos, impactam o País e colocam a previdência complementar em uma agenda estratégica de cuja discussão depende o futuro. É o que diz Edécio Brasil, Presidente da Valia, já nas primeiras linhas de artigo publicado hoje no Valor Econômico, cujos assinantes podem ler o texto na íntegra em Previdência complementar: uma agenda urgente | Finanças | Valor Econômico
Na sequência, Edécio observa que sem dúvida a previdência complementar fechada pode ajudar o Brasil e enfrentar tal desafio e segue apresentando os muitos motivos pelos quais o nosso segmento é capaz disso. Menciona também as crescentes dificuldades de financiamento da Previdência Social, com a qual o nosso sistema não concorre, pelo contrário, pode mostrar-se um aliado ao tirar dos ombros da primeira parte da pressão que sofre.
Nesse sentido, nota o autor do artigo, a previdência complementar fechada mostra-se aliada não só da Previdência Social mas sim do País como um todo, ao assumir a missão de formar uma importante poupança de longo prazo, aquela que ajuda tanto o financiamento da dívida pública quanto a atividade econômica. E por isso precisa ser fomentada. E também porque é preciso estender a cobertura a um maior número de trabalhadores, muitos dos quais ainda não acordaram para o risco de uma renda insuficiente na aposentadoria.
Para Edécio, ampliar o acesso dos brasileiros à previdência complementar fechada é algo que deve ser visto como prioridade.Edé
Fontes: Valor +
EFPCs: Confirmada a dispensa do envio de informações contábeis e econômico-financeiras
A nova versão do Manual de Orientação do Usuário da Declaração de Regimes Específicos (DeRE) trouxe importante avanço para as entidades fechadas de previdência complementar. O documento esclarece que as EFPC abrangidas pela não incidência do IBS e da CBS deverão apresentar exclusivamente o evento D-1001.
Com isso, ficam dispensadas informações contábeis e econômico-financeiras destinadas à apuração dos tributos, inclusive o D-1011 – Plano Geral de Contas Comentado e o D-1101 – Balancete Mensal, além dos demais eventos periódicos relacionados à formação da base de cálculo do IBS e da CBS.
A alteração converge com a posição defendida pela Abrapp, no sentido de que eventual obrigação informacional aplicável às EFPC deve observar os limites previstos no art. 324, II, do Decreto nº 12.955/2026, sem submeter as entidades a uma escrituração fiscal incompatível com o tratamento previsto na LC nº 214/2025.
Para Eduardo Lamers, Coordenador do GT da DeRE da Abrapp, a mudança representa um avanço relevante. “A revisão do Manual traz maior coerência entre a obrigação acessória e o regime jurídico aplicável às EFPC. O objetivo do GT sempre foi contribuir para uma solução proporcional, tecnicamente adequada e compatível com as especificidades do segmento”, diz.
“O resultado representa um avanço significativo para o segmento e é fruto do trabalho desenvolvido pelo Grupo de Trabalho constituído pela Abrapp para analisar e acompanhar os impactos da regulamentação da Reforma Tributária sobre as EFPC, especialmente no que se refere às novas obrigações acessórias relacionadas ao IBS e à CBS”, comenta Geraldo de Assis Souza Jr, Secretário-Executivo do Colégio de Coordenadores das Comissões Técnicas de Contabilidade da Abrapp. A notícia pode ser lida na íntegra em Conquista: Nova versão da DeRE confirma a dispensa de envio de informações contábeis e econômico-financeiras pelas EFPC – Blog Abrapp Em Foco
A IA vai impactar fortemente a
criptografia e as EFPCs
precisam começar a se preparar
O ano é 2030, mas pode ser antes ou um pouco depois, sendo a única certeza a de que os dirigentes de entidades fechadas precisam mesmo prestar a máxima atenção. E a razão é que se espera que as EFPCs sejam bastante afetadas quando acontecer, resume Marcus Quintella (foto acima), Coordenador do Subgrupo Tecnologia do Comitê de Inovação e Tecnologia da Abrapp.
Esse algo tão impactante para o qual as nossas entidades precisarão estar preparadas é a chegada da criptografia pós-quântica. Detalhe: a preocupação não é exclusividade de nenhum segmento específico, mas o agravante no caso das EFPC é que a necessidade de proteger os dados se estende por muito mais tempo, pode-se dizer por décadas.
Quintella explica que não é pouco o que precisa ser protegido pela criptografia, seja aquela que existe hoje, ou a quântica quando esta chegar : “Ela não serve apenas para manter dados em sigilo: também está por trás de certificados digitais, assinaturas, autenticação, proteção das comunicações e diversas outras formas de garantir confiança no ambiente digital “, explica.
É o bastante para abranger rotinas envolvendo sistemas, assinaturas digitais, comunicações protegidas, VPNs, integrações com terceiros, bancos, fornecedores e armazenamento de informações. “ Portanto, não estamos falando de uma tecnologia isolada; estamos tratando de uma camada que atravessa grande parte da infraestrutura digital das entidades “, sublinha Quintella.
E a projeção, lembra Paulo Pagliusi, consultor e um dos expositores em evento promovido recentemente pela Abrapp e já alertando os dirigentes para riscos tão próximos, é que a criptografia assimétrica convencional se torne em poucos anos frágil em um ambiente dominado por computadores quânticos. A matéria pode ser lida na íntegra em Entidades precisam se preparar para mudanças na criptografia e na proteção de dados – Blog Abrapp Em Foco
Fontes: Blog Abrapp em Foco +
RH : Os benefícios sob pressão
O mercado brasileiro de benefícios corporativos atravessa um período de mudanças que pode alterar a relação entre operadoras, estabelecimentos comerciais, empresas contratantes e trabalhadores. As novas regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), associadas às transformações tecnológicas e às incertezas do cenário eleitoral de 2026, colocam os departamentos de Recursos Humanos diante de decisões que vão além da negociação de preços e contratos.
Entre os principais pontos de atenção estão os limites para as taxas cobradas nas transações, a redução do prazo de repasse aos estabelecimentos e a implementação da interoperabilidade, mecanismo que busca ampliar as possibilidades de utilização dos cartões de alimentação e refeição.
Para as empresas contratantes, essas mudanças exigem maior atenção à capacidade financeira das operadoras, à conformidade das propostas comerciais e à continuidade dos serviços oferecidos aos colaboradores.
Saiba mais lendo
Opinião: um avanço que redesenha o mercado de benefícios no Brasil | Exame
Novo PAT entra em vigor, muda o mercado de benefícios e testa empresas – CartaCapital
Fontes: Mundo RH + Revista EXAME + Revista Carta Capital +
Debêntures: a hora do secundário
06/10 - O mercado secundário de debêntures ganhou escala nos últimos anos e alcançou uma marca histórica. Evidência disso é que entre janeiro e julho de 2026 as negociações somaram R$ 560 bilhões, maior volume para o período desde ao menos 2020, segundo levantamento da Anbima.
O valor representa um avanço de 16,6% sobre os R$ 480,1 bilhões movimentados no mesmo período do ano passado.
A expansão do secundário ocorre em paralelo ao forte crescimento das emissões de dívida no mercado de capitais nos últimos anos. A partir de 2021 e especialmente em 2024 e 2025, o elevado volume de ofertas colocou centenas de bilhões de reais em novos papéis em circulação.
Como consequência, o estoque de debêntures também cresceu, ampliando a base de ativos que podem ser negociados entre investidores no mercado secundário.
Entre 2020 e 2025, o volume anual de ofertas – representando as novas debêntures que chegam ao mercado – quadruplicou, passando de R$ 121,1 bilhões para R$ 493,4 bilhões
Já o estoque de debêntures – a soma daquelas que ainda não venceram e permanecem em circulação – mais do que dobrou na mesma base de comparação, alcançando R$ 1,4 trilhão em dezembro de 2025. Mas a negociação cresceu em ritmo ainda mais acelerado. O volume do mercado secundário quintuplicou, saindo de R$ 177,6 bilhões em 2020 para R$ 947,4 bilhões em 2025.
Fontes: Anbima + Brasil 247 + XP Educação + Valor +
Com a B3 em alta o mercado já aposta em 10 ofertas de ações até o final do ano
06/10 - Em suas edições de hoje dois jornais - O Estado de S. Paulo e Valor Econômico - noticiam que o novo momento vivido pela B3, fruto do processo eleitoral , deverá abrir espaço para novas ofertas de ações.
Resultado desse novo clima, a Bolsa subiu ontem mais de 7%, acordando os bancos de investimentos para as possibilidades que se abrem. Para os especialistas ouvidos, o mais provável é que tudo comece com “follow-ons”, que são as ofertas subsequentes de ações de companhias que já estão listadas na bolsa.
Um terceiro jornal, a Folha de S. Paulo, traz que a expectativa de especialistas é do Ibovespa subir entre 11% e 45%
O mercado acredita que já este ano poderão ser feitas ao menos 10 ofertas.
As matérias podem ser lidas na íntegra em
Alta da bolsa acelera conversas para ofertas de ações | Finanças | Valor Econômico
OBA
Mercado estima ao menos 10 ofertas em bolsa com liderança de Flávio - Estadão
Boa
Bolsa pode ter alta de até 45% com vitória de Flávio - 05/10/2026 - Economia - Folha
Fontes: O Estado de S. Paulo + Valor + Folha de S. Paulo +
Cães e gatos oferecem mais aos idosos do que se sabia
Adotar um animal doméstico na terceira idade pode trazer benefícios além do esperado.
06/10 - Em uma pesquisa da Universidade de Michigan sobre envelhecimento saudável, 83% dos adultos entre 50 e 95 anos relataram sentir maior senso de propósito por ter um pet. A responsabilidade pelos cuidados diários cria uma rotina e um sentimento de gratificação.
Entre os 2.698 entrevistados, 55% já tinham um ou mais animais em casa, sendo cachorros e gatos os mais populares. 71% dos tutores afirmaram aproveitar mais a vida, e 64% sentem-se mais queridos após adotar um animal.
Mas o benefício vai além da companhia animal: 70% dos entrevistados em Michigan afirmam que ter um pet ajuda nas conexões humanas. No dia a dia, o animal vira assunto: ele atua como facilitador de interações e conversas casuais durante passeios, visitas ao veterinário e outras atividades. Eles também ajudam a distrair o idoso que sofre com dores crônicas e desconfortos físicos ou emocionais.
Fontes: CNN +
Conecta leva às EFPCs prova de vida pelo smartphone
06/10 - Tecnologias de identificação que vão além do reconhecimento facial ganham espaço mesmo em grande escala, vide a utilização que agora está sendo feita pela Receita Federal de reconhecimento da pessoa pela palma da mão na movimentada ponte que liga o Brasil ao Paraguai E essa parece ser uma boa notícia para as nossas entidades fechadas, , uma vez que essa nova possibilidade já está ao alcance das EFPCs, fruto da parceria entre a Conecta e a HA Tecno.
É que a solução oferecida pela dupla Conecta e HA Tecno permite que as entidades realizem a prova de vida e o recadastramento de participantes e assistidos de forma remota, diretamente pelo smartphone. O objetivo é garantir, com segurança e praticidade, que participantes e assistidos estejam ativos e com cadastro atualizado. A matéria pode ser lida na íntegra em Conecta leva às EFPC prova de vida por smartphone com biometria por batimentos cardíacos – Blog Abrapp Em Foco
Fontes: Blog Abrapp em Foco +
OpenAI e Anthropic já ajudam a identificar textos originados pela IA
06/10 - A OpenAI anunciou ontem (5) a adição de marcas d’água em textos gerados pelo ChatGPT, de forma a identificar a geração por IA por meio da tecnologia “textGrain”. A novidade começa pela Europa.
Segundo a empresa, inteligência artificial continua com a mesma qualidade de antes, mas com “pistas” que indicam sua origem.
Dois meses atrás a Anthropic fez o primeiro lançamento desse tipo, mas com alcance global de imediato e envolvendo os modelos Claude mais recentes. A matéria pode ser lida na íntegra em ChatGPT ganha marca d'água em textos gerados por IA; saiba como funciona - Estadão
Fontes: Tec Mundo +
RH : Denúncias de assédio eleitoral crescem 10 vezes
06/10 - Nada menos de 991 denúncias de assédio eleitoral foram recebidas pela Justiça do Trabalho no primeiro turno das eleições, sendo este número mais de 10 vezes maior do que o registrado no mesmo momento em 2022.
Por conta disso té agora foram acertados 29 termos de ajuste de conduta (TACs), ao mesmo tempo em que 19 ações civis públicas naqueles casos em que não houve entendimento.
Fontes: Valor + Monitor Mercantil + O Estado de S. Paulo _
