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Quinta-feira,  23  de abril 

Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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​​Com incertezas

o curto prazo

ganhou no trimestre

Índices de renda fixa de menores prazos tiveram maiores retornos

Em um cenário marcado por maior aversão ao risco, os índices de renda fixa de menores prazos apresentaram melhores resultados no primeiro trimestre de 2026. É o que mostra o desempenho dos subíndices do IMA – carteira que consolida o resultado dos títulos públicos marcados a mercado, que apresentou rentabilidade de 3,07% no período. 

O principal destaque foi o IMA-B 5, que acompanha as NTN-Bs com vencimento de até cinco anos e acumulou alta de 3,87% até março. Com liquidez média de três anos, o indicador superou com folga o IMA-B 5+ (NTN-Bs com vencimento acima de cinco anos), que registrou rentabilidade acumulada de 2,29% no ano.

Em relação aos prefixados, o IRF-M 1, que mede o desempenho dos títulos com prazo de até um ano, avançou 3,28% no período. Enquanto o IRF-M 1+, que reúne os papéis acima de um ano, rendeu 2,02% no trimestre.

O IMA-S, composto pelas LFTs (títulos pós-fixados atrelados à taxa básica de juros) com vencimento em um dia, apresentou ganhos de 3,49% no primeiro trimestre. 

Em relação ao crédito privado, o IDA, que consolida o desempenho das debêntures, acumulou valorização de 2,32% nos três primeiros meses de 2026.

Detalhe, para os dirigentes de nossas entidades fechadas deve interessar saber que o melhor desempenho foi registrado pelo IDA IPCA Ex-Infraestrutura, que replica a carteira de debêntures sem isenção fiscal, com alta de 3,36% no trimestre.

Juros futuros sobem forte

O clima de incerteza vivido pelo mercado impactou ontem diretamente os  juros futuros, que fecharam em alta forte de até 15,5 pontos-base (0,155 ponto percentual).

Por exemplo, os contratos de DI para janeiro de 2028 subiram de 13,31% para 13,46%.

 Fontes  : Comunicação da Anbima +  Valor  +

63 entidades participam do projeto "Poupadores do Futuro" 

 

Nada menos de 63 entidades fechadas  participarão neste ano do  projeto Poupadores do Futuro, voltado para ações que envolvem a previdência complementar na 13ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF),  de 18 a 24 de maio.

As entidades participantes contarão com material de apoio gratuito da Abrapp e UniAbrapp, que poderá ser usado livremente pelas entidades cadastradas e traz a Marisele Previdente como embaixadora. O foco está em mensagens voltadas a alunos da educação infantil e ensino fundamental, médio e graduação, e também professores, mães, pais e responsáveis pelas crianças.

As entidades terão também acesso gratuito ao livro “Previdência é coisa de família”, escrito por Cristiano Verardo, Diretor da Vexty, especialista da UniAbrapp, porta-voz do “Previdência é Coisa de Jovem” e criador da personagem Marisele Previdente .  Maiores detalhes podem ser conhecidos em   Projeto Poupadores do Futuro reúne EFPCs em preparação para a Semana ENEF  – Blog Abrapp Em Foco

Abrapp entregará propostas com mudanças estruturantes no

modelo previdenciário aos candidatos à Presidência em 2026

A Abrapp concluiu a elaboração de um documento que será apresentado aos candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A iniciativa busca estimular uma reflexão estruturada sobre o futuro da previdência no País e abrir diálogo com as equipes econômicas que deverão formular propostas para o próximo ciclo de governo.

O documento, que deverá ser encaminhado aos presidenciáveis após a definição oficial das candidaturas, parte de um diagnóstico claro: o Brasil vive uma transformação demográfica profunda, marcada pelo rápido envelhecimento da população e pela redução da taxa de natalidade, além de mudanças marcantes no mercado de trabalho. Para o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, trata-se de um processo silencioso, mas de grande impacto sobre o sistema de proteção social. “Em poucas décadas deixamos de ser um país jovem para nos tornarmos uma nação que envelhece rapidamente. E a longevidade precisa ser segura, com autonomia. Isso exige que o Estado brasileiro esteja preparado para garantir proteção na velhice”, afirma.   Maiores detalhes podem ser conhecidos em   Nova edição da Revista: Abrapp propõe combinar proteção aos mais vulneráveis com mecanismos de capitalização fortalecidos* – Blog Abrapp Em Foco

 

 

Cenário atual abre um

potencial enorme para a

previdência complementar

A combinação de mudanças profundas na demografia e no mercado de trabalho colocam a sustentabilidade do atual modelo previdenciário  em xeque. E a tal ponto que o professor José Roberto Afonso, da Universidade de Lisboa, aparece hoje no jornal Valor Econômico dizendo que o perfil demográfico brasileiro caminha para tornar-se mais idoso que o europeu por volta do ano 2050.

“A casa já caiu. Trabalhador não é mais sinônimo de empregado, e salário não é mais igual a renda. Será preciso criar uma nova forma de seguridade social e separá-la de uma nova base para a Previdência Social. Mas ninguém quer falar sobre isso”, diz Afonso. O quadro, completa ele, abre um potencial enorme para a previdência privada.

A propósito, o mesmo jornal publica suplemento onde mostra que a previdência aberta, seriamente atingida no ano passado pela tributação, aposta nesse potencial que se abre para a previdência privada, para voltar a crescer oferecendo flexibilidade. Acredita ter deixado de ser vista como mera complementação da aposentadoria do INSS. Tornou-se um instrumento de planejamento financeiro de longo prazo, não só para aposentadoria, mas para organizar projetos de vida, transição de carreira e objetivos patrimoniais

Nova logomarca: Ceres muda das raízes ao topo para

ser parceira de seus clientes na construção do futuro

A Ceres apresenta a sua nova logomarca, a novíssima identidade visual que traduz o momento transformador que agora vive. Segundo o Diretor-Presidente da fundação, Murilo Flores, é o melhor espelho das transformações que mexem profundamente com a forma de ser, ou seja, pensar, decidir, atuar, se apresentar e produzir ondas de efeitos positivos na vida de seus 23.128 participantes ativos e assistidos.

Esse movimento envolveu a Ceres das raízes ao topo ganhou força no ano passado, quando a entidade contratou uma empresa de São Paulo que a ajudou em uma reflexão mais profunda sobre os seus participantes, a partir de uma pesquisa que, para surpresa geral, identificou 11 perfis diferentes de participantes.  Maiores detalhes podem ser conhecidos em  Ceres lança nova identidade visual como marco de transformação centrada nos participantes – Blog Abrapp Em Foco

Fontes:   Blog Abrapp +  Valor  +

IA pode gerar US$ 4,4 trilhões anuais ao permitir empresas escalar cortando custos

Relatório da consultoria McKinsey & Company estima que a IA generativa tem o potencial de gerar entre US$ 2,6 trilhões e US$ 4,4 trilhões anuais na economia global. No dia a dia das empresas, o impacto é imediato: a tecnologia já permite reduzir custos operacionais entre 20% e 30% em áreas administrativas e de backoffice.

Em 2026, esse movimento se acelerou, forçando companhias a revisarem estruturas inteiras. Atividades repetitivas em setores como atendimento, vendas e marketing estão sendo assumidas por sistemas inteligentes, permitindo que as organizações escalem seus resultados.

Ferramentas integradas a CRMs agora automatizam follow-ups e qualificam leads de forma autônoma, enquanto o marketing utiliza a IA para gerir campanhas e produzir conteúdo em massa com precisão.

Caem 5% as chances de um 

jovem conseguir primeiro emprego

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) verificou que os jovens de 18 a 29 anos que atuam nos setores mais vulneráveis aos impactos da chegada da tecnologia têm quase 5% menos chances de conseguir um emprego do que antes da IA.

Os mais vulneráveis são aqueles em início de carreira que realizam tarefas solicitadas por funcionários sêniores para embasar suas tomadas de decisão. Por exemplo,  montar uma tabela, um gráfico, escrever um resumo. Fontes:   Tec Mundo  +  G1 Tecnologia

RH : Mercado de benefícios deve crescer 9,55% ao ano

Segundo dados da própria indústria, o setor de benefícios corporativos movimenta cerca de R$ 150 bilhões por ano no Brasil. A consultoria Technavio projeta um crescimento médio anual de 9,05% ao ano até 2026, com o mercado chegando a US$ 5,5 bilhões — e novas estimativas mais recentes apontam incremento adicional de US$ 6,99 bilhões até 2028, algo próximo aos 9,55%.

Dizia  pesquisa da Aon, realizada há 2 anos, que já naquela época 75% das empresas brasileiras já adotavam programas flexíveis de benefícios — percentual que sinaliza maturidade crescente do mercado comprador.

 

Para os especialistas, tais números apontam uma mudança estrutural na forma como as empresas brasileiras enxergam os benefícios: não mais como um custo trabalhista, mas como um investimento estratégico em atração, retenção e produtividade. Fontes:  Mundo RH -  Notícias RH +

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Mais jovens perdem renda e vagas de trabalho

É atualmente

Fonte:  Val

Taxa de vacância tem forte queda no mercado de escritórios de alto padrão, segundo 3 consultorias

 

Para os dirigentes

 

Fonte:  Val

Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :

Bolsa e juros passam por ajuste após feriado | Finanças | Valor Econômico

Nova edição da Revista: Abrapp propõe combinar proteção aos mais vulneráveis com mecanismos de capitalização fortalecidos* – Blog Abrapp Em Foco

Mercado mira lacuna do INSS para superar queda na arrecadação da previdência privada | Seguros e Resseguros | Valor Econômico

IA deve injetar até US$ 4,4 trilhões na economia e já corta 30% de custos empresariais | Mercado

IA já reduz emprego entre jovens no Brasil e ameaça formação | G1

Benefícios Corporativos no Brasil - Mundo RH

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