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Segunda-feira,  6  de abril 

Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Quando o 

farol se apaga

 

O prejuízo não é pequeno quando há falhas de comunicação em

reuniões de direcionamento dos esforços das organizações.

 

 

Lideranças investem tempo em decisões estratégicas, mitigam  riscos com medo de grandes falhas operacionais, tributárias…mas não raro se perdem em apresentações ruins. São slides confusos, reuniões que poderiam ser um e-mail, textos longos e sem uma mensagem clara, enfim, erros que acabam gerando novas reuniões de “alinhamento”, adiamento de ações necessárias,  desgaste na relação entre os membros do time porque ninguém entendeu nada e, ainda que sem querer, induz a equívocos nas tomadas de decisões.​​

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Relatório da Society for Human Resource Management (SHRM) revelou que empresas com 100 colaboradores perdem, em média, US$420 mil por ano devido a falhas de comunicação em reuniões.

 

No caso das organizações com mais de 100 mil funcionários, o prejuízo anual, segundo estudo da Holmes Report, é de US$62,4 milhões. Daí a importância cada vez maior das áreas  investirem na capacitação das lideranças que estão à frente dessas reuniões. Os gestores precisam ser como um farol que serve de guia para o time, dando exemplo na condução de apresentações em reuniões no dia a dia.

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Há erros que são apontados entre os mais comuns : Não controlar o horário, convidar muitas pessoas, permitir que participantes controlem as discussões, usar o celular excessivamente (caso alguém esteja esperando uma ligação ou uma notícia importante para os negócios, peça licença aos membros e resolva o tema fora da sala ) e tolerar tópicos fora da pauta.

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Outra fonte nota que além disso, o custo vai além do financeiro. Muitas reuniões que não atingem seu objetivo podem resultar em desmotivação, baixa produtividade e estresse entre os colaboradores.

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Fonte  :  Infonomey  +  Santander +  Desenvolvimento na prática  +​​​​

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IA : Claude ganha espaço entre executivos â€‹â€‹

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Na condição de altos executivos que são, aos dirigentes de nossas entidades fechadas deve interessar saber que seus colegas  C-Levels de grandes organizações estão, quando o assunto qual IA utilizar,  optando pelo  Claude, após experimentar ferramentas como o  ChatGPT, Gemini e Copilot

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Entre os executivos muito se fala sobre descobertas de novas funções da ferramenta da Anthropic, que permitem o uso da tecnologia na execução de tarefas complexas, como monitoramento de negócios e programação, o que está gerando uma espécie de novo encantamento tecnológico entre os  C-Levels.​​

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​​Fontes:   O  Globo  +  YouTube + Yamidia +

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Receita confirma que participantes pré-2005 podem optar pelo regime regressivo 

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Foi publicada na última quinta-feira (2)  Solução de Consulta (Cosit nº 51/2026) trazendo o  entendimento da Receita Federal de que participantes ativos que ingressaram nos planos de benefícios antes de 2005 podem optar pelo regime regressivo mesmo após a edição da Lei 14.803/2024, desde que antes do recebimento do benefício. O documento trata também de critérios para o cálculo de Imposto de Renda para casos de portabilidade e transferência de participantes e reservas.

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“Os participantes de planos de benefícios de caráter previdenciário estruturados nas modalidades de contribuição definida ou contribuição variável, inclusive os participantes que tenham neles ingressado até 1º de janeiro de 2005, podem optar pelo regime de tributação regressivo de que trata a Lei nº 11.053/2004, de forma irretratável, até o momento da obtenção do benefício ou do primeiro resgate”, explica Patrícia Linhares, Consultora Jurídica da Abrapp e Sócia do Escritório Linhares Advogados.

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Quando se  trata do cálculo do IR em situações de portabilidade e transferência de participantes, a Receita deixa claro que ao migrar recursos de planos de benefício definido (BD) para CD ou CV, o prazo de acumulação passa a ser contado a partir da entrada no novo plano, algo considerado mais restritivo em relação ao que dizia a Instrução Normativa Conjunta nº 1/2025, que não fazia distinção quanto à origem.
 

Pelo alto grau de detalhamento exigido para o correto entendimento das questões envolvidas, sugerimos aos interessados a leitura das matérias na íntegra em  

 

Receita Federal confirma que participantes pré-2005 podem optar pelo regime regressivo – Blog Abrapp Em Foco

Receita permite regime regressivo a pré-2005 até benefício – Revista Investidor Institucional

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Cibrius investe em podcasts e

já chegou ao 4º episódio

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O Cibrius investe na produção de podcasts, lançando agora o  4º episódio de seu “CibriusCast”. Nesta edição a temática abordada é a  importância das decisões financeiras no início da carreira.

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O episódio apresenta temas como o impacto do tempo nos investimentos, o funcionamento da contribuição paritária e os benefícios que vão além da aposentadoria. A iniciativa busca orientar especialmente os novos empregados da Conab sobre a relevância do planejamento financeiro desde o começo da vida profissional.​.  Fonte:   Blog  Abrapp em  Foco  +  Investidor Institucional +

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Cosit da Receita tributa parte do VGBL

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No caso de morte do titular de possuidor de plano VGBL  a Receita Federal entende que existe sim incidência do IR sobre os rendimentos recebidos pelos herdeiros, ficando isenta unicamente a parte relativa ao principal. É o que diz Solução de Consulta publicada pela SRF.

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Dizem os especialistas que a resposta da Receita à consulta  restringe a aplicação da isenção do IRPF prevista pelo artigo 6º, inciso VII, da Lei nº 7.713, de 1988, além de destoar  de decisões de segunda instância do Judiciário e dos tribunais superiores.

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Fontes:   Valor  +  Contadores  + Chanbarelli  +

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INSS já concede metade das aposentadorias usando IA

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Ao menos metade das aposentadorias do INSS já são liberadas automaticamente, sem intermediação humana, com o uso de IA. 

 

Apesar disso o INSS mantém os seus planos de admitir 9 mil novos servidores para atuar presencialmente em suas lojas físicas.

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Fontes:   Folha de S. Paulo  +  O Liberal  +   JusBrasil +

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​​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :

 

Por que apresentações ruins geram prejuízo?

5 erros que devem ser evitados para ter reuniões mais produtivas

Estratégias para Diminuir o Impacto de Reuniões Improdutivas no Trabalho - Desenvolvimento na Pratica

ChatGPT perde espaço para rival Claude na tela dos executivos

Bing Vídeos

ChatGPT, Gemini, Claude e Copilot: O que Mudou em 2025 e Qual a Melhor Escolha para o Seu Negócio - YamídIA Marketing Digital e E-commerce

Receita Federal confirma que participantes pré-2005 podem optar pelo regime regressivo – Blog Abrapp Em Foco

Receita determina tributação de parte de VGBL | Legislação | Valor Econômico

Receita lista possibilidades de tributação de VGBL em caso de morte do titular | Sua Empresa Aqui vai a logomarca e/ou nome da

VGBL e IRPF na morte do titular: o que diz a Solução de Consulta COSIT 28/2026 - Chambarelli Advogados

A inteligência artificial na análise de benefícios do INSS: Avanço tecnológico ou violação de garantias fundamentais? | Jusbrasil

INSS usa IA para conceder metade das aposentadorias, mas planeja contratar 9.000 novos servidores | Liberal

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