
Segunda-feira, 13 de abril
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
apoio
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Agito no RH
Cresce a violência contra a mulher e o número de empregadores
que dão apoio às suas funcionárias, ao mesmo tempo que os
RHs correm contra o tempo para se ajustar à NR-1
A mídia - jornais e sites - mostrava neste final de semana que hão anda fácil a vida de quem se sente responsável pelo ambiente nos escritórios. De um lado, os números de licenças por agressão física, sexual ou abuso psicológico cometidos contra mulheres dá um salto, fazendo com que empresas criem canais de acolhimento para que funcionárias mantenham renda e não fiquem mais expostas à violência. De outro, uma nova norma, a NR-1, entra em vigor em 26 de maio e prevê fiscalização e aplicação de multas de riscos psicossociais, incluindo o monitoramento de sobrecarga, saúde mental, falta de suporte, pressão excessiva, ambiente tóxico e assédio de qualquer natureza no trabalho. Até agora tudo isso entrava na conta de acidente de trabalho ou doença.
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Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2025, 91 mulheres receberam auxílio do INSS porque precisaram se ausentar do trabalho em razão de episódios de agressão física, sexual ou abuso psicológico. Em 2021, primeiro ano em que há dados desagregados por gênero, foram 22. Isso mostra que nesse curto espaço de tempo de apenas 4 anos houve um salto de 313% no número de ocorrências. Por conta disso as empresas estão se mexendo e se mostrando mais proativas no apoio às funcionárias vitimadas.
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A VR identificou nas empresas que acompanha 58 afastamentos do trabalho por agressão contra mulheres em 2025, ante 23 casos em 2023, o que significou um crescimento de 152%. É verdade que as organizações têm buscado falar mais sobre o tema em campanhas educativas, além de oferecer acolhimento às vítimas, mas o fazem reconhecidamente ainda aquém do que seria necessário.
Somente em 2025, foram 58 ocorrências, acima dos 41 registros de 2024 e dos 23 casos de 2023, consolidando o maior patamar da série histórica.
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Os textos relatam muitas das situações vividas e o que um número crescente de empresas, como a Magazine Luiza, vem fazendo para ajudar. O leitor interessado em saber mais encontrará ao final da edição os links que lhe permitirão ler algumas das matérias na íntegra.
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Quanto a nova norma, a NR-1, o ministro Luiz Marinho, do Trabalho, tenta tranquilizar, dizendo há 2a semanas que “as empresas não devem ter medo da inspeção”, pois a “auditoria é para aperfeiçoar os ambientes”.
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Na prática, os especialistas dizem que as empresas correm contra o tempo para se adequarem às novas exigências. Agora, as empresas devem apresentar anualmente documentos no Programa de Gerenciamento de Risco (PGR). Consta como exigência listar inventário de risco, plano de ação e critérios de avaliação. Além disso, será necessário manter registros que comprovem a gestão contínua dos riscos, como treinamentos, medidas de prevenção adotadas, monitoramento de resultados e planos de emergência.
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Se o mapeamento de riscos psicossociais ou o plano de ação não forem entregues, o valor base varia entre R$ 1,7 mil e R$ 5,2 mil por item descumprido.
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OpenAI defende experimentar semana
de 4 dias para proteger o emprego
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Um relatório da Opén AI, controladora da ChatGPT , propõe que o avanço da inteligência artificial não seja usado apenas para aumentar lucros, mas também para ampliar o bem-estar das pessoas. É que enquanto novas formas de trabalho surgirão, "alguns empregos desaparecerão" e indústrias inteiras serão remodeladas em uma velocidade sem precedentes históricos, o que requer pensar sobre o melhor a fazer nesse momento.
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a OpenAI defende a redução da jornada de trabalho sem corte de salários. Uma das sugestões é sugestão é incentivar testes com semanas de quatro dias (32 horas), mantendo os níveis de produção e serviço.
. ​​​​​​Fontes : O Globo + Correio Braziliense + CNN + VR Benefícios + O Estado de S. Paulo + Mundo RH + Migalhas + G1 +​​​
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Previ vendeu R$ 1 bilhão em ações da Petrobras em março​​
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Registra o jornal O Globo ter a Previ aproveitado a valorização das ações da Petrobras em março para vender R$ 1 bilhão em ações da petroleira.
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Segundo a nota curta publicada na coluna do jornalista Lauro Jardim, a venda se deu no contexto da política de fundação de reduzir gradualmente a sua posição em renda variável.
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Brasil deve gastar 1,156 trilhão
com a Previdência em 2027
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O governo deverá encaminhar ao Congresso na próxima semana o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, com o o peso das despesas obrigatórias seguindo elevado.Projeções indicam que os gastos com benefícios previdenciários devem alcançar cerca de R$ 1,156 trilhão em 2027, ante um patamar estimado em torno de R$ 1,123 trilhão em 2026.
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A trajetória reforça a dinâmica de crescimento contínuo dessa rubrica, que permanece como principal vetor de pressão estrutural sobre o orçamento federal, em meio ao envelhecimento populacional e à indexação dos benefícios ao salário minimo. Como a política de reajuste real segue a mesma, esse fator de pressão segue relevante.
​​​​​Fontes: O Globo +
Nova variante da Covid preocupa sem assustar​
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A comunidade científica e as autoridades de saúde globais voltaram seus olhos para uma nova linhagem do Sars-CoV-2. Identificada tecnicamente como BA.3.2, a variante ganhou o apelido de "cicada" (cigarra, em português) e já foi registrada em pelo menos 23 países até fevereiro últimio. Embora o número de mutações impressione, análises iniciais indicam que ainda não há motivo para alarme generalizado.
Nos Estados Unidos, a variante já foi identificada em 29 estados por meio de vigilância genômica e rastreamento em esgoto, além de testes em viajantes. Na Europa, países como Dinamarca, Alemanha e Holanda registraram um aumento nas detecções semanais entre o fim de 2025 e o início de 2026. No Brasil, não há registros oficiais da presença da cepa.
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O problema é que a cepa, por apresentar características distintas das variantes anteriores, pode comprometer a eficácia das vacinas atuais.
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Fonte: O Estado de Minas + O Estado de S. Paulo + CNN + UOL + Veja Saúde +
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Mercado espera mais inflação e dificuldades para a Selic cair abaixo dos 14,75%
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O IPCA muito acima do esperado, ao lado do agravamento da guerra no Irã, fazem com que analistas brasileiros esperem mais inflação e maiores dificuldades para o Copom cortar a Selic abaixo dos atuais 14,75%.
Isso traz um ajuste firme no mercado de juros, com incorporação de prêmios, sobretudo nos trechos mais curtos da curva. Com uma inflação que periga ser mais alta, as taxas futuras ignoraram o bom humor do câmbio e da bolsa na última sexta-feira e voltaram a enfrentar um dia de estresse. Os juros de curto prazo subiram cerca de 15 pontos-base e a inflação “implícita” de curto prazo aumentou de forma relevante.
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Novo modelo de certificação da Anbima
começa com aprovação maior de candidatos
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Enquanto clientes de gestores de recursos, aos dirigentes de nossas entidades fechadas interessa saber que a Anbima está avançando numa profunda mudança em sua política de certificação dos profissionais que atuam no mercado financeiro.
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As três principais homologações exigidas desde 2002, CPA-10, CPA-20 e CEA, foram substituídas em 2026 por outras três: CPA, C-Pro R e C-Pro I.
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As novas provas começaram em 19 de fevereiro, após adiamento por conta do grande volume de testes do antigo modelo realizados em dezembro. Até 31 de março, segundo dados da Anbima, o número de exames aplicados foi de 4.746, sendo 3.795 apenas na certificação CPA. A taxa de aprovação, considerando os três novos certificados, ficou em 58% —acima da média de 2025 com as certificações antigas, de 50%.
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Fonte: Valor + Folha de S. Paulo + Infomoney + e - Investidor +
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Tecnologia : França quer trocar Windows por sistemas de código aberto
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A notícia a seguir interessa por envolver algo que pode virar uma tendência no tocante à infraestrutura sobre a qual repousa a internet. Isso porque a França anunciou que fará uma mudança nas estações de trabalho do governo. Em breve e de forma gradual, os aparelhos com Windows serão substituídos por equipamentos com "sistemas baseados em Linux".
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O motivo da mudança é ao mesmo tempo político e técnico. A ideia por trás disso é reduzir a dependência de empresas dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, adotar softwares, sistemas e dispositivos que tenham características como ser de código aberto e fabricação local.
Presume-se que alguma versão francesa do Linux será adotada para atender ao objetivo declarado de migrar para soluções soberanas. Estão juntas nisso a Direção Interministerial de Assuntos Digitais, Direção-Geral de Empresas (DGE), a Agência Nacional de Segurança Cibernética da França (ANSSI) e a Direção de Compras Estatais (DAE).​​ Fontes: Tec Mundo { Adrenaline + Mundowin + ​
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​​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :
​Violência contra a mulher cresce e afeta empresas: afastamentos subiram 313% em 4 anos
Quais são os impactos da violência contra a mulher no ambiente de trabalho
Violência contra a mulher: afastamentos do trabalho crescem 152% no Brasil | CNN Brasil
OpenAI, dona do ChatGPT, vê ameaça da IA ao emprego e defende semana de 4 dias | G1
Cicada: o que a ciência já descobriu sobre a nova variante da COVID-19
BA 3.2: Entenda o que já se sabe sobre a nova variante da Covid | CNN Brasil
O que se sabe sobre a 'Cicada', variante da covid relatada em 23 países
IPCA assusta e mercado de juros já antecipa nova piora no Focus | Intraday | Valor Econômico
Anbima atualiza certificação com CPA, C-Pro R e C-Pro I - 12/04/2026 - Economia - Folha
Governo da França vai trocar uso de Windows por sistemas com Linux | Mercado
Por soberania, governo francês decide trocar Windows por Linux - Adrenaline
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