
Segunda-feira, 23 de fevereiro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
apoio

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Um novo
participante
Pesquisas e estudiosos mostram um provável futuro
aposentado com novos hábitos e solteiro
A combinação de baixa natalidade com maior expectativa de vida, adicionada de mudanças culturais, parecem formar um novo cenário que não deve passar desapercebido para os nossos dirigentes de entidades fechadas. Nesse sentido a leitura de diferentes mídias sugerem que, de um lado, a duração e o tipo de relacionamentos amorosos podem estar trabalhando contra a ideia de famílias mais coesas e duradouras, enquanto a longevidade estica e vai moldando uma população idosa com novos hábitos e capaz de gerar uma nova imagem.
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Praticar exercícios físicos é essencial para garantir uma vida de qualidade. No Estado de São Paulo, mais da metade da população exerce alguma atividade física, de acordo com dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados de São Paulo (Seade). Em 2019, a porcentagem era de 39%.
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A adesão à prática de atividades físicas é maior entre homens e cresce conforme aumenta a escolaridade e a renda familiar. Segundo o estudo, oito em cada dez praticantes afirmam realizar atividades duas ou mais vezes por semana. Ao mesmo tempo, três a cada dez dedicam mais de uma hora diária para práticas esportivas. Esses índices refletem a percepção consolidada sobre os benefícios da regularidade da prática de exercícios.
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Em relação às variações etárias houve mudanças significativas. Dentre as alterações, a redução na porcentagem de jovens até 29 anos fisicamente ativos é destaque. De acordo com a fundação, só no último ano, houve queda de oito pontos porcentuais entre os que se exercitam, de 61% para 53%. O recuo pode ser explicado a partir da diminuição do interesse por comportamentos saudáveis, estimulados no período pós-pandemia, e na retomada das atividades presenciais de estudo e trabalho.
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Por outro lado, houve um avanço no número de pessoas com mais de 60 anos que praticam alguma atividade física. Em 2019, apenas três a cada dez idosos praticavam algum esporte. Enquanto isso, dados de 2025 mostram que 52% dessa faixa etária são esportistas. De acordo com o estudo, esse índice indica maior conscientização sobre os benefícios do autocuidado e da manutenção da funcionalidade física.
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Ao mesmo tempo em que há um claro avanço no número de solteiros mundo afora. Esse batalhão é formado por gente de todas as idades, mas são as novas gerações que dão impulso ao fenômeno, já que rompem de forma mais radical com o que era visto como o caminhar natural da humanidade — subir ao altar e ter filhos. Menos aferrados ao roteiro que seus pais e avós percorreram, os jovens de hoje estão abertos a um leque diverso de arranjos. E é aí que a solteirice desponta como uma opção sem culpa nem tristeza, embalada por um conceito tão em alta: liberdade de escolha.
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Com o declínio nos registros de casamento na última década, o contingente dos solteiros mundo afora aumentou em 100 milhões de indivíduos, segundo levantamento da britânica Economist Intelligence Unit. Uma lupa sobre o estrato de 18 a 24 anos nos Estados Unidos mostra que 86% estão sem parceiro, percentual que supera o de qualquer outra faixa. No Brasil, enquanto vinte anos atrás cerca de 90% de homens e mulheres chegavam aos 40 já com aliança no dedo, atualmente uns 70% exibem o anel nessa etapa. Não é de espantar, portanto, o que mostra o mais recente censo do IBGE: 85 milhões de brasileiros declaram não estar em uma união, 5 milhões a mais do que há dez anos. E isso se desdobra em uma mudança visível na paisagem: uma de cada cinco casas no país abriga um único morador. “ ​​Fontes : Rádio USP + Jornal da USP + Revista VEJA +
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Câmara dos Deputados pode votar nos próximos dias projeto de regulamentação do trabalho por apps​​
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Como o assunto nos interessa de perto, por envolver proposta da ABRAPP no intuito de aumentar a proteção social e previdenciária dos trabalhadores do segmento, vale a pena os nossos leitores saberem que a Câmara dos Deputados poderá votar nesta semana ou na próxima projeto apoiado pelo Governo de regulamentação do trabalho por aplicativos de transporte e entregas.
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Ao noticiar essa possibilidade, uma das fontes da informação, o jornalista Lauro Jardim diz em sua coluna no jornal O Globo que, para as plataformas o texto da regulamentação é nada menos que " impraticável ". ​​​Fontes: O Globo + Congresso em Foco + Portal da Câmara dos Deputados +
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Dados mostram a solidez da previdência complementar fechada, diz a Previc em nota​
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Diante de matéria publicada com destaque na última sexta-feira no jornal Valor Econômico (e informada aqui no O que Diz a Mídia), na qual a ocorrência de déficits de R$ 28 bilhões em 233 planos de entidades fechadas é apontada como motivo de preocupação, a PREVIC divulgou nota no mesmo dia esclarecendo informações e realçando a solidez do regime. A autarquia sublinha a a importância de se destacando a importância de contextualizar os dados apresentados.
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A PREVIC começa lembrando ter o Regime de Previdência Complementar Fechada, composto por 264 EFPC e 1131 planos previdenciários ativos, apresentado resultado positivo em 2025, com um superávit atuarial de R$ 10,4 bilhões até novembro).
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A nota da autarquia pode ser lida na íntegra em :
​​​Fontes : Portal da Previc + Blog Abrapp em Foco +
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Saúde suplementar: Subsídio médio pago pelas empresas cai de 71% para 60% em 5 anos​​
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A notícia a seguir interessa particularmente aos dirigentes das três dezenas de dirigentes de entidades fechadas, É que cada vez mais empresas estão dividindo as despesas dos planos médicos com os seus funcionários, em razão do aumento não só da sinistralidade mas também dos reajustes dos custos por parte das operadoras.
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Planos médicos já teriam se tornado o segundo maior custo para os empregadores, atrás apenas da própria folha de pagamentos.
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Há 5 anos 41% das empresas pagavam apenas uma parte da mensalidade dos planos de saúde de seus trabalhadores, sendo que tal percentual subiu paa 48% em 2025, segundo pesquisa da Acrisure Brasil. No mesmo período o subsídio médio das empresas à saúde complementar caiu de 71% para 60% em 2025.
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E essa notícia é completada por outra dando conta de que cresce o número de colaboradores que desistem de usar o plano de saúde corporativo por seu alto custo.
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Nesse sentido, Relatório Global sobre Saúde Corporativa de 2026 da Howden, corretora global, diz que 54,2% dos entrevistados no Mundo e 59,2% no Brasil afirmaram que os custos (com coparticipação) já os impediram de obter assistência médica quando precisaram.
Ao dar a notícia esta segunda fonte registra que a coparticipação vem crescendo nos planos de saúde corporativos no Brasil.
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Público agora pode monitorar
qualidade do atendimento hospitalar
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A partir de agora qualquer pessoa pode monitorar com facilidade o desempenho dos hospitais privados brasileiros em matéria de atendimento médico prestado.
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É que a Agência Nacional de Saúde Suplementar está tornando públicos os resultados de seu Programa de Monitoramento da Qualidade Hospitalar.
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O levantamento avalia os hospitais com base em 14 indicadores, organizados em 3 dimensões: efetividade do atendimento, eficiência do cuidado e segurança do paciente ao longo de toda a jornada assistencial. ​​​Fontes: O Globo + O Estado de S. Paulo + Valor +​
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Mercado aposta nas NTN- Bs de longo prazo​​
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A perspectiva de cortes na Selic reforça no mercado a expectativa de uma melhor performance por parte das NTN-s Bs. Ao trazer notícia a esse respeito a mídia diz que agora essa é a aposta também do banco BTG, que acredita especialmente nas versões de mais longo prazo desses títulos.
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Um dos argumentos é que o juro real de longo prazo brasileiro poderia ser bastante menor, considerando o atual nível do risco de default, comparando com outros mercados emergentes.
Recomendamos a leitura das matérias na íntegra em :
BTG Pactual acredita que a hora das NTN-Bs de vencimento longo chegou | Intraday | Valor Econômico
Hora das NTN-Bs de vencimento longo chegou, diz BTG Pactual
Os desafios de investir em NTN-Bs com vencimentos longos | Investing.com
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​​​Fontes: Valor + Infomoney + Reuters + Investing +
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Brasil eleva tarifas de importação e pode aumentar custos das novas tecnologias ​​
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Enquanto usuários, nos interessa saber que o aumento de até 25% na tarifa de importação sobre servidores e equipamentos de tecnologia passou a pressionar o custo de implantação e expansão de data centers no Brasil.
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Representantes da ABDC (Associação Brasileira de Data Centers), da Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software), da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) e de outras entidades do setor divulgaram nota conjunta afirmando que a elevação das tarifas contraria o arcabouço de incentivos que o governo busca implementar a implementação de novas tecnologias.
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Bloco de Notas se moderniza e vai ganhar
suporte para imagens no Windows 11
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O Bloco de Notas (Notepad) do Windows, até pouco tempo atrás visto como uma ferramenta básica, deve ganhar mais um recurso em breve com a adição de suporte para imagens no Windows 11.
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Ao abrir o Bloco de Notas, o usuário recebe uma mensagem de boas vindas e, na interface exibida como exemplo, há um novo ícone no menu superior: um símbolo que claramente se refere ao ato de adicionar imagens ao documento.
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Fontes: Poder 360 + CNN + Hardware.com + Olhar Digital + Tec Mundo +
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​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :
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​Cresce o número de idosos praticantes de atividades físicas no Estado de São Paulo – Jornal da USP
Eu vivo só: por que a turma dos solteiros não para de crescer mundo afora | VEJA
Regulamentação de apps deve ser votada após o Carnaval, diz Coutinho
Empresas fazem ‘rateio’ do custo com plano de saúde com empregados
BTG Pactual acredita que a hora das NTN-Bs de vencimento longo chegou | Intraday | Valor Econômico
Hora das NTN-Bs de vencimento longo chegou, diz BTG Pactual
Alta de até 25% na tarifa de importação pressiona setor de data centers
Celulares mais caros: veja os eletrônicos atingidos pela nova alta de impostos
Windows 11: Bloco de Notas pode ganhar suporte para imagens | Produto
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