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Sexta-feira,   6 de março 

Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Aposentado3

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Ameaça aos

idosos 

 

Aposentados em geral têm renda modesta,

mas os bandidos estão de olho em quem ganha mais.

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Por receberem na aposentadoria, entre outros poucos brasileiros, um valor que fragrantemente chama a atenção em um país de renda média baixa como o Brasil, nem por isso e felizmente os assistidos pelas entidades fechadas  estão previamente ameaçados a figurar como vítimas no noticiário policial. Mas basta um giro pela mídia para se perceber, que pena, que os riscos vem crescendo.

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Por exemplo, um servidor público municipal foi preso, na última terça-feira (3), suspeito de desviar mais de R$ 156 mil da conta bancária do próprio tio, de 66 anos, no município de Ubaitaba, no sul da Bahia.

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O dinheiro foi direcionado principalmente para plataformas de apostas esportivas, além de ter sido transferido para terceiros e utilizado para pagar dívidas com agiotas.

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Por sua vez, uma idosa, de 78 anos, foi vítima de uma rede criminosa de São Paulo, especializada em aplicar golpes bancários, que a fez perder mais de R$ 750 mil. De acordo com a Polícia Civil, três integrantes do grupo foram presos durante a "Operação Cavalo de Tróia".

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Mas a verdade é que não ter dinheiro na conta ou no bolso tampouco resolve. Veja-se o caso do idoso de 83 anos que morreu, após ser espancado durante um assalto em Toledo, no Paraná. O bandido reagiu assim ao fato de  Ary Alipio Klein ter apenas R$ 4 na carteira. O suspeito é um homem de 30 anos, que foi preso em flagrante.  â€‹â€‹Fontes:   CNN + Metrópoles+​​

EXTRA +

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Coordenador da campanha de Flávio prevê nova reforma da Previdência

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Coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o senador Rogério Marinho (PL-RN) diz que em caso de vitória nas eleições o novo governo pretende fazer novas reformas da Previdência e trabalhista. A notícia, publicada pela Folha de S. Paulo,  pode ser lida pelos assinantes na íntegra em  Coordenador de Flávio Bolsonaro prevê reformar Previdência - 05/03/2026 - Política - Folha

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Vale lembrar a esse respeito que a Abrapp está se aproximando dos possíveis candidatos - aguardando uma maior definição do quadro de postulantes - para levar-lhes o pensamento de nosso segmento a esse respeito.

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Voltando à notícia do jornal, cabe acrescentar que o entorno do candidato trabalha nesse momento com dois possíveis candidatos à liderança da equipe econômica, entre outros, sendo eles Campos Neto, ex-presidente do BC,  e o  ex-secretário do Tesouro Nacional,  Mansueto Almeida.

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Fonte:   Folha de S. Paulo  +

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EFPCs: Um retrato dos investimentos em 2025, segundo a Mercer​

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Pesquisa “Estratégias e Políticas de Investimentos das EFPCs 2026” , feita pela  Mercer, mostra alta concentração nas alocações, publica a revista  Capital Aberto.

 

Nos planos BD  92% das fundações respondentes mantiveram no ano passado alocação de um percentual de mais de 75% em renda fixa , enquanto 51% delas simplesmente esqueceram que a renda variável existe. Nada menos de  49% ignoraram os estruturados, 60% não alocaram no exterior e 68% dizem não ter investido em ativos imobiliários.

 

Cerca de 28% delas alocaram apenas 1% em renda variável, enquanto 15% delas miraram os 6% nessa alocação. O estudo ainda revelou que a esmagadora maioria das EFPCs participantes pretende se manter na mesma linha neste ano. 

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Na avaliação de Devanir Silva, diretor-presidente da Abrapp, o atual nível de concentração em renda fixa decorre em grande medida do fato fato de o mercado estar oferecendo remuneração real próxima de 7% ao ano, frente a uma necessidade atuarial média em torno de 4,5%. “O que torna a classe de ativos bastante aderente às necessidades dos planos”, diz, acrescentando que “não vislumbramos riscos relevantes nesse contexto, uma vez que as políticas de investimento incorporam testes de estresse, limites de alocação e métricas robustas de gestão baseada em riscos”.

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Embora a concentração seja grande, contrariando recomendações de diversificação do risco, para Devanir não há tensão entre a visão de longo prazo das fundações e possíveis oportunidades táticas de mercado. “A visão de longo prazo é o eixo estruturante das EFPC, mas isso não impede a identificação e o aproveitamento de oportunidades táticas”, opina. 

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Já para a Mercer, a estratégia deve ser utilizada com parcimônia, porque, ao ser usada como posição estrutural, movimentos de alta podem ser perdidos. “No curto prazo, faz total sentido. Mas, para uma composição de carteira de longo prazo, ficar concentrado em uma classe de ativo tende a ser prejudicial”, diz Tiago Calçada, diretor da área de investimentos da Mercer. A matéria pode ser lida na íntegra em  Corte de Selic: conservadorismo prevalece nos fundos de pensão

 

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Encontro regional mostra Brasil

resiliente em cenário incerto

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Reunindo especialistas, a diversificação e o papel da bolsa na estratégia de investimentos durante a fase de desacumulação foram temas do Encontro Regional Sudoeste, realizado ontem ( 5 ) em São Paulo.  Marcelo Toledo, Economista-Chefe da Bradesco Asset, por exemplo, chamou a atenção para o cenário de baixa previsibilidade do atual cenário considerado. "Trabalhávamos com um preço de petróleo em torno de US$ 60 no final do ano. Com os atuais eventos, tivemos que revisar as projeções e já estamos trazendo esse valor para perto de US$ 70, mas ainda parece haver risco de alta", disse ele.

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Observou estar o real mantendo desempenho melhor frente a diversas moedas. Parte desse movimento é global, mas também reflete o fato de que o Brasil tende a se beneficiar em um cenário de petróleo mais caro. Sobre o ciclo de juros, Toledo destacou que ainda pode haver espaço para cortes na taxa Selic, mesmo em um ambiente de riscos externos.  “Mesmo com a Selic em torno de 13% ou 12%, ainda seria um nível de juros bastante elevado, suficiente para enfrentar um choque de petróleo do tamanho que estamos observando hoje. Claro que, se o petróleo fosse para US$ 100 dólares ou mais, o cenário precisaria ser revisto”, pontuou o economista.

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Por sua vez, Rodrigo Santoro, Head de Renda Variável da Bradesco Asset, notou que com o aumento das incertezas políticas e geopolíticas e a possibilidade de queda de juros nos Estados Unidos, investidores que estavam muito concentrados nesse mercado começaram a buscar maior diversificação em seus portfólios. Nesse contexto, o Brasil aparece como uma alternativa relevante, sendo o quinto maior mercado em liquidez entre os emergentes, com valuations considerados atrativos e forte exposição à chamada “velha economia”, que ficou com preços bastante descontados nos últimos anos.

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O peso dos emergentes dentro do índice global está hoje por volta de 10%. Ou seja, existe um espaço razoável para diversificação fora dos Estados Unidos, situação que pode beneficiar a bolsa brasileira.

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Carlos Tejeda, sócio da Itajubá Administração Previdenciária, chamou  a atenção para o fato de que a seu ver o planejamento tributário não termina com a aposentadoria, continua sendo necessário nessa nova fase, sendo necessário avaliar o tipo de assessoramento que a entidade oferece e a possibilidade de ajustes no perfil de investimento, de acordo com o apetite de risco do participante. Por fim, Tejeda ressaltou a importância de implementar programas de educação financeira e preparação para aposentadoria dentro das entidades de previdência

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 â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹Fontes:   Capital Aberto  + Blog Abrapp em  Foco​​​​​

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Tecnologia e inovação: Open AI lança o GPT-5.4 â€‹

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A OpenAI anunciou nesta quinta-feira (5) o GPT-5.  A novidade combina raciocínio avançado, codificação e a capacidade de operar dispositivos e apps de maneira autônoma. â€‹â€‹â€‹â€‹

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Controla Gmail e Excel, ao mesmo tempo em que combina diferentes capacidades e pode trabalhar com até 1 milhão de tokens.

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O modelo atualizado incorpora os recursos de programação do GPT-5.3 Codex, além de aprimorar o funcionamento em diferentes ambientes de software, ferramentas e tarefas profissionais. Isso leva à execução precisa dos trabalhos solicitados, como afirma a empresa.

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​​​​​​​​​​​​​​​Fonte  :  Tec Mundo  +  G1 Tecnologia + 

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7 em cada 10 mulheres já sofreram assédio​

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Nada menos de 71% das mulheres, moradoras em uma dezena de cidades brasileiras e ouvidas em pesquisa da Ipsos-Ipec e Instituto Cidades Sustentáveis, já sofreram assédio. O ambiente de trabalho é um dos locais em que isso aconteceu.

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Porto Alegre e Belém são as cidades que concentram o maior número de casos, sendo que 55% das mulheres pedem  penas maiores contra os agressores e 48% maior proteção às vítimas. (48%).​​

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​​​​Fonte  :   Agência Brasil + EBC +  Valor +  Globoplay + G1-  +

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​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :

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​Sobrinho é preso suspeito de desviar R$ 156 mil de tio idoso para apostas | CNN Brasil​

Corte de Selic: conservadorismo prevalece nos fundos de pensão

Encontro Regional Sudoeste debate cenário econômico e investimentos na fase de desacumulação – Blog Abrapp Em Foco

GPT-5.4: OpenAI lança modelo de IA que controla Gmail e Excel | Software

Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo | Agência Brasil

7 em cada 10 mulheres dizem já ter sofrido assédio em São Paulo, aponta pesquisa | G1

Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio no Brasil, aponta pesquisa | Brasil | Valor Econômico

 Coordenador de Flávio Bolsonaro prevê reformar Previdência - 05/03/2026 - Política - Folha

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