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Quarta-feira,  28 de outubro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Investimento

ESG vive um

novo momento

                  

 Na nova fase investidores são convidados​

a passar do pensamento à ação.

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Compromissados com os investimentos ESG, aos  interessa sabe dirigentes e profissionais das entidades fechadas interessa saber que as finanças sustentáveis entraram em uma nova fase, menos focada em compromissos e mais orientada à implementação, à resiliência e à capacidade de direcionar capital para soluções concretas. Essa foi uma das principais conclusões do PRI In Person 2026, fórum global sobre investimentos sustentáveis realizado durante três dias em Amsterdã, na Holanda, promovido pelo PRI (Princípios para o Investimento Responsável, na sigla em inglês), da ONU, que promove a adoção de fatores ESG no mercado de capitais.

 

A conferência, que reuniu mais de 1.700 investidores, gestores de recursos, reguladores, formuladores de políticas públicas e representantes de organismos internacionais de 60 países, debateu como o investimento responsável está evoluindo em um contexto cada vez mais complexo, marcado por incertezas geopolíticas, transição climática, transformação tecnológica e pressões econômicas. Segundo os painelistas, o atual momento exige ir além da identificação de riscos, atuando na construção das condições adequadas para que a alocação de capital responda a esses desafios de forma efetiva.

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O desafio apontado não é a ausência de capital, mas a escassez de projetos estruturados, mecanismos de compartilhamento de risco, políticas públicas previsíveis e ambientes regulatórios capazes de atrair investimentos em larga escala, especialmente em mercados emergentes. Para ampliar o financiamento à transição nesses mercados e, com isso, acelerar a transição em escala global, falou-se sobre ampliar os mecanismos de mitigação de riscos, fortalecer o papel dos bancos multilaterais e desenvolver os mercados locais de capitais.

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Isso se conecta diretamente ao futuro das finanças sustentáveis. O caminho apontado indica mudar a sustentabilidade do lugar de uma agenda separada e integrá-la aos processos de investimento, gestão de risco e alocação de capital. Também houve defesa do uso de análises prospectivas de transição e do fortalecimento do stewardship (atuação e influência das gestoras nas empresas investidas) como instrumento para influenciar empresas e promover a resiliência sistêmica dos mercados.

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Outro tema recorrente foi a crescente convergência entre sustentabilidade, competitividade econômica e segurança energética. Isso porque, nos últimos anos, a transição energética passou a ser defendida não apenas como resposta às mudanças climáticas, mas também como estratégia de fortalecimento econômico, redução da dependência de combustíveis fósseis e aumento da resiliência dos países diante de choques geopolíticos.

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A agenda de biodiversidade também se consolidou como uma das principais fronteiras das finanças sustentáveis. Os debates mostraram que os riscos relacionados à natureza possuem características próprias e não podem ser tratados apenas como uma extensão da agenda climática. Dados científicos, ferramentas geoespaciais e o fortalecimento da participação das comunidades indígenas foram apontados como elementos fundamentais para a gestão desses riscos e para a viabilização de investimentos de longo prazo.

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O componente social da sustentabilidade recebeu atenção. Salários dignos, inclusão financeira, desigualdade, educação e transição justa foram apresentados como fatores diretamente relacionados à estabilidade econômica e ao desempenho dos mercados no longo prazo. Os investidores reconheceram a necessidade de desenvolver métricas mais robustas para incorporar esses aspectos nas decisões de investimento.

 

Fontes:  Anbima  +  Prensa Mercosur  +  

 

 

EFPCs pagam  R$ 96,6 bilhões em benefícios em 1 ano

 

Relatório Gerencial de Previdência Complementar (RGPC), divulgado pelo Departamento do Regime de Previdência Complementar, mostra que a previdência privada como um todo  pagou cerca de R$ 101,5 bilhões em benefícios no acumulado dos últimos 12 meses, alcançando aproximadamente 950 mil aposentados e beneficiários. Desse total, R$ 96,6 bilhões, equivalentes a 95% dos pagamentos, foram pagos apenas pelas entidades fechadas aos seus assistidos. 

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O Relatório traduz essa realidade ao afirmar que a " dinâmica de pagamentos de benefícios das EFPCs reforça o caráter previdenciário do setor. O mercado de renda nesse segmento está bem consolidado e é responsável pela ampliação da proteção social e a manutenção do padrão de vida dos seus participantes no momento da aposentadoria”.

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Entre junho de 2025 e junho de 2026, os planos de benefícios das EFPC passaram de um resultado deficitário de aproximadamente R$ 6,74 bilhões para um resultado superavitário de R$ 18,44 bilhões, considerando o resultado agregado entre superávits e déficits. Os planos BD registraram superávit de cerca de R$ 15,44 bilhões, contribuindo para o resultado positivo do período.

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No segundo trimestre de 2026, o patrimônio das entidades de previdência complementar atingiu R$ 3,43 trilhões, o equivalente a 26% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O montante representa crescimento de aproximadamente 10,2% em relação ao registrado no mesmo período de 2025. Desse total, cerca de 43% correspondem às EFPC. O patrimônio do segmento fechado cresceu 7,4% em relação a junho de 2025.

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Em junho de 2026, os ativos de investimentos da Previdência Complementar somaram R$ 3,35 trilhões. Nas EFPC, nota-se maior diversificação dos investimentos. A carteira apresentou a seguinte composição: 71% em títulos públicos federais (TPF), 7,3% em renda variável, 15,2% em outros investimentos de renda fixa, 2,2% em imóveis e 4,3% em outras aplicações.

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Quanto à Previdência dos servidores públicos, o  relatório também destaca o avanço da implementação do Regime de Previdência Complementar (RPC) entre os entes federativos. Atualmente, 2.054 entes subnacionais, o equivalente a 96% daqueles que possuem Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), já aprovaram leis para instituir o RPC. Desse total, 945 tiveram seus convênios de adesão aprovados pela Previc e, portanto, estão com o regime vigente.

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Ao todo, 25 entidades administram 49 planos de Previdência Complementar destinados a servidores públicos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Esses planos abrangem aproximadamente 1.249 patrocinadores e cerca de 300 mil servidores. No longo prazo, a estimativa é que o número de servidores públicos vinculados ao RPC alcance aproximadamente 1,4 milhão.​​

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Fontes:  Blog Abrapp em  Foco  + Investidor Institucional +

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Crédito: Número de superendividados cresce pelo 5º semestre consecutivo

 

Informou ontem o  Banco Central (BC) ter o Brasil registrado 20,3 milhões de pessoas em situação de endividamento de risco, ou seja, os chamados superendividados,  no primeiro semestre.    O número representou 17% do total de devedores do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

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Com isso a proporção de pessoas que se enquadram entre os endividados de risco cresceu pelo quinto semestre consecutivo. Por sua vez, uma outra fonte chama a atenção para o fato de que o número de brasileiros em situação de endividamento de risco teve alta de 75% em cinco anos

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Brasil tem 20,3 milhões de superendividados, diz BC | Finanças | Valor Econômico

Número de superendividados no Brasil cresceu 75% em cinco anos, diz BC | Agência Brasil

Número de brasileiros superendividados sobe 75% em cinco anos, e BC deve anunciar novas medidas sobre crédito este ano

NÚMERO DE SUPERENDIVIDADOS NO BRASIL CRESCEU 75% EM CINCO ANOS, DIZ BC

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Fontes:  Valor  + Agência Brasil  + EBC  +  O  Globo  +  Bahia  Econômica  +

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RH: Conciliar estudo e trabalho é rotina para 62% dos universitários brasileiros

 

Para melhor entender os nossos RHs, é importante saber que conciliar trabalho e estudo faz parte da rotina de 62% dos universitários brasileiros. Ao mesmo tempo, as mulheres representam 57,4% das matrículas no ensino superior. Os dados mostram um perfil de estudantes que combina formação e experiência profissional, mas que também enfrenta obstáculos para permanecer na universidade e concluir o curso.

O levantamento foi apresentado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

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De 2009 a 2024, as matrículas no ensino superior aumentaram mais de 48%, enquanto o número de concluintes cresceu 21%. A evasão é mais expressiva entre estudantes de 25 a 29 anos e varia conforme a modalidade, a rede de ensino e a área de formação.  Na rede privada, 26,3% dos alunos estão matriculados em cursos de educação a distância (EaD). Na  pública, o percentual é de 2,8%. Já o ensino presencial noturno concentra 29,9% dos estudantes da rede privada. Saiba mais lendo a matéria na íntegra em  Universidade virou jornada dupla para 62% dos estudantes; mulheres são 57,4% das matrículas - Mundo RH

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Fontes:  Mundo  RH  +

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Poupança: O  Norte cresce

 

27/10  -  Longe de exibirem a força dos investidores institucionais, como as nossas entidades fechadas,  notícias que envolvam pessoas físicas podem muito bem apontar tendências, especialmente no que diz respeito à construção da poupança em nosso país. Por isso mesmo pode ser importante saber que no 1º semestre  a região Norte teve o maior crescimento dos investimentos das pessoas físicas no Brasil, com alta de 10%, informou a Anbima.  O volume total na região chegou a R$ 171,7 bilhões. Em seguida vem o Centro-Oeste (+9,5%, com R$ 493,1 bilhões), o Nordeste (+8,9%, com R$ 861,5 bilhões) e o Sul (+6,8%, com R$ 1,55 trilhão).

 

Todas essas regiões cresceram acima da média nacional, de 6,4%.

 

O Sudeste subiu 5,5%, variação abaixo da média, mas foi a região com o maior acréscimo em número absoluto: o volume de investimentos aumentou em R$ 317,4 bilhões no semestre e chegou a R$ 6 trilhões. Como as demais regiões cresceram mais, a participação do Sudeste no volume nacional caiu ligeiramente, passando de 66,8% para 66,3%. As outras quatro ganharam espaço, ainda que pequeno: o Sul passou de 16,9% para 17%, o Nordeste de 9,2% para 9,4%, o Centro-Oeste de 5,2% para 5,4% e o Norte de 1,8% para 1,9%.

 

"Apesar de parte dessa alta das regiões exceto Sudeste ser efeito-base, já que os volumes nessas regiões são menores, ela também reflete a expansão da oferta de produtos, que hoje chega com mais facilidade a investidores fora dos grandes centros", avalia Luiz Henrique Carvalho, gerente de Representação de Distribuição da Anbima.

 

Private cresce mais no Centro-Oeste, no Norte e no Nordeste. O varejo alta renda ganhou participação em todas as regiões. No Sul e no Sudeste, foi o segmento que mais cresceu, com altas de 8,7% e 7,1% no volume e aumento de 0,5 e 0,6 p.p. (ponto percentual) de participação, respectivamente. No Centro-Oeste e no Nordeste, o volume subiu 10,1% e 9,4%, respectivamente, e a participação avançou 0,2 p.p. em cada uma. O maior avanço, porém, foi no Norte: alta de 12,8% e 0,8 p.p. a mais de participação.

 

Já o private ganhou espaço no Norte (+14,1% em volume e +0,5 p.p. de participação), no Centro-Oeste (+13,9% e +0,7 p.p.) e no Nordeste (+12% e +0,5 p.p.). No Sul e no Sudeste, o volume do segmento cresceu 5% e 4,3%, mas a participação recuou 0,5 e 0,4 p.p, respectivamente. Ainda assim, o Sudeste segue como a região onde o private tem mais peso, com 33,6% do volume.

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Enquanto isso no primeiro semestre a renda familiar também aumentou, saindo de R$ 3,278 trilhões para R$ 3,521 trilhões. Segundo a FecomercioSP, uma parcela relevante desses recursos foi destinada ao pagamento de juros, reduzindo o espaço para consumo ou poupança na primeira metade do ano.

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E uma terceira fonte traz a perda da expectativa do mercado de que haveria espaço para a reabertura das ofertas de ações este ano, diante da forte reação negativa da Bolsa e de outros ativos brasileiros, como o juro e o câmbio, às últimas notícias. A visão é de que as ofertas só voltam se o presidente reeleito sinalizar um ajuste fiscal convincente para 2027.

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Fontes:  Anbima  + Valor  +  O Estado de S. Paulo  +

 

 

Portaria que institui o Plano Nacional de Fomento é publicada

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27/10  -  Foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira,( 26 ) a Portaria Previc nº 834, de 20 de outubro de 2026, que aprova o Plano Nacional de Fomento do Regime de Previdência Complementar Fechada  para o período de 2027 a 2030. 

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A portaria foi assinada pelo Diretor-Superintendente da Previc, Ricardo Pena, durante o 47º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP), realizado de 21 a 23 de outubro.  ​Elaborado no âmbito da Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada (Cofom), o Plano reúne 28 propostas organizadas em cinco eixos temáticos: propostas de caráter continuado, atratividade, eficiência, sociedade e inovação.

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Entre as propostas estão a simplificação do licenciamento de planos de contribuição definida, estudos para criação de mecanismos de proteção previdenciária, ampliação da cobertura para trabalhadores informais e de plataformas digitais, desenvolvimento de soluções para o intercâmbio de informações de forma automática e portabilidade digital de dados previdenciários, além do incentivo ao uso de novas tecnologias, como inteligência artificial, na administração do sistema.

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As matérias podem ser lidas na íntegra em

Portaria que aprova o Plano Nacional de Fomento é publicada no Diário Oficial da União – Blog Abrapp Em Foco

Plano Nacional de Fomento entra em vigor com publicação da Portaria PREVIC no DOU

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Fontes:  Blog  Abrapp em  Foco  +  Previc  +

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Incidência maior de câncer pode estar associada a envelhecimento mais rápido dos jovens

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27/10  -  O câncer em jovens está no centro de uma investigação científica que começa a apontar o envelhecimento acelerado como possível fator de risco para o desenvolvimento de tumores.

 

Um estudo publicado na revista Nature Medicine indica que pessoas de gerações mais recentes apresentam um organismo biologicamente mais velho do que o esperado para a idade. Essa diferença foi associada a um risco maior de câncer precoce, ou seja, diagnosticado até os 55 anos. O trabalho foi conduzido por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em St. Louis.

 

Os resultados mostraram uma diferença entre gerações em  dois países. No Reino Unido, quem nasceu entre 1965 e 1974 teve envelhecimento sistêmico 23% maior do que quem nasceu entre 1950 e 1954. O cálculo já considerou o ajuste pela idade cronológica. Nos Estados Unidos, a distância foi ainda maior. Participantes nascidos entre 1990 e 1999 tiveram índice 92% superior ao de quem nasceu entre 1965 e 1969.  Saiba mais lendo a matéria na íntegra em  Estudo liga envelhecimento acelerado a câncer em jovens

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Fontes:  MAG - Instituto de Longevidade  +

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IA da Microsoft é mais de 2 vezes mais precisa do que médicos ao diagnosticar casos complexos

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27/10  -  Em especial aos dirigentes daquelas entidades fechadas que atuam na área da saúde deve interessar saber terem pesquisadores da Microsoft afirmado que ferramenta de IA desenvolvida por eles foi mais de duas vezes mais precisa do que médicos generalistas ao diagnosticar casos complexos.

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Nos testes, a ferramenta de IA recebeu mais de 300 casos médicos incomuns e difíceis de diagnosticar. Segundo os pesquisadores, ela foi mais precisa na investigação e na identificação do diagnóstico do que médicos generalistas que podiam consultar livros e a internet.

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Fontes:  G1  Tecnologia  +  Olhar  Digital  +

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Sua excelência, o cliente

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26/10  -    Dizia ontem, domingo,  o jornal O  Estado de S. Paulo que o mercado financeiro passa por uma transformação com a chegada da IA. Por um lado,  a tecnologia acelera processos de desenvolvimento de produtos e pode reduzir custos.  Por outro, a maior disponibilidade de informações trazidas por plataformas pode ajudar a encontrar as melhores soluções quase que individualmente para as diferentes demanda.

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Já hoje, segunda-feira  (26),  traz o   Valor Econômico notícia que tem como personagem  uma organização semelhante às nossas entidades fechadas em sua natureza não lucrativa e da mesma forma tem como tema o engajamento dos colaboradores. A ideia da Sicredi, uma cooperativa, é estender aos funcionários o mesmo clima amistoso que caracteriza a relação com os cooperativados.  Parece até discurso de dirigente de fundo de pensão:  César Bochi, diretor-presidente do Sicredi, afirma que o modelo de negócio não prioriza a rentabilidade de acionistas, mas o bem-estar e a satisfação do associado. Registra o jornal que o modelo cooperativo está na base da forma como o Sicredi conduz seus negócios e orienta a gestão de pessoas. Com mais de 10,5 milhões de associados e presença em mais de 2 mil municípios brasileiros, o sistema reúne 99 cooperativas de crédito, cinco centrais e um centro administrativo. A mesma lógica que coloca o associado no centro da operação serve de referência para as relações com os colaboradores e as práticas de gestão de pessoas, guiando políticas internas e práticas de desenvolvimento.

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Aliás, as transformações pelas quais passam os mercados e como as entidades fechadas podem lidar com elas foram temas nas últimas horas do  47º Congresso Brasileiro da Previdência Privada -  CBPP.

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Entre tantas transformações pelas quais diferentes mercados estão passando, muito provavelmente a forma de tratar e se relacionar com os clientes, no nosso caso os participantes dos planos que administramos, é uma das mais impactantes.  E colocar luz sobre o tamanho desse impacto foi justamente o foco no final da manhã da última sexta-feira da Plenária 3, já perto do encerramento do 47º CBPP, voltada para o tema “ A Experiência do Cliente no Centro da Estratégia” .

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Todos eles especialistas que logo chegaram a um primeiro consenso : a primeira preocupação deve ser conhecer de perto o cliente e transformar tal conhecimento em estratégias.

 

 “Estamos falando de um conhecimento efetivo, bastante próximo, e para isso ouvindo não só os participantes felizes, mas especialmente os que estão saindo do plano, porque estes tendem a ser mais sinceros em suas avaliações”, apontou Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência.

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Afinal, ensinou  Euriale Voidela, Presidente da AIESC – Associação Internacional de Experiência e Sucesso do Cliente e CEO da Customer Centric Consulting, o risco de algo dar errado não é pequeno. “Especialmente em jornadas longas mesmo clientes satisfeitos podem tomar a decisão de ir embora”. O que significa dizer que para as organizações não basta fazer pesquisas de satisfação.

 

Por isso mesmo não basta ouvir o cliente uma vez, é preciso  repetir ao longo da jornada, mesmo porque a cabeça  e suas demandas mudam com o desenrolar da vida.

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Nesse ponto Gelson nota que,  na busca por saber mais acerca do participante, uma boa ideia pode ser talvez  a entidade bater à porta da patrocinadora do plano,   certamente detentora de informações úteis.

 

Detalhe importante , observa Euriale : reunir tanta informação não é pouco esforço e para render bons resultados não deve ser tarefa de uma única área da entidade. É algo a ser compartilhado.​​​

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Leia as matérias na integra em

47º CBPP: Não basta ouvir o participante uma vez, é preciso repetir ao longo da jornada – Blog Abrapp Em Foco

Sicredi coloca o colaborador no centro da operação | GPTW Melhores empresas para trabalhar | Valor Econômico

​​Fontes:  O  Estado de S. Paulo  + Blog Abrapp em  Foco  +  Valor  +

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Na Ásia idosos já contratam "filhos de aluguel" para combater a solidão

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26/10  -    A chamada "epidemia da solidão", reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, deu origem a uma série de novos contratos de prestação de serviço baseados no convívio social e no alívio do isolamento. Em países do leste asiático, já é possível pagar pela companhia de jovens que desempenham papéis antes restritos aos familiares, amigos e até namorados.

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Na China, um serviço de "filhos comunitários" inclui visitas, reparos simples em casa, entrega de marmitas e compartilhamento de refeições, além de conversar com clientes que frequentemente não têm outras pessoas a quem recorrer. A oferta é mais popular entre idosos que vivem sozinhos, sem filhos que morem perto e, com frequência, viúvos.

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Fonte:   CNN  +

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BC propõe alterações nas plataformas de investimentos

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26/10  -    O Banco Central (BC) colocou em consulta pública nesta sexta-feira uma proposta que muda a forma como plataformas de investimento e demais instituições financeiras são remuneradas pela venda de títulos emitidos por bancos, como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs).

 

Pela minuta de resolução conjunta, parte da remuneração que os distribuidores recebem dos emissores terá de ser paga de forma diferida, ao longo do tempo, e as parcelas ainda não pagas poderão ser revertidas. O texto também obriga as instituições a informar ao cliente os riscos do emissor e do produto desconsiderando a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

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Os interessados podem ler as matérias na íntegra em

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Após caso do Banco Master e perdas do FGC, Banco Central propõe mudar regra para ganhos de plataformas de investimentos​

https://moneynews.com.br/bc-propoe-regra-em-consulta-publica-para-plataformas-de-investimento-que-usam-o-fgc/

BC propõe regra para venda de título bancário | Finanças | Valor Econômico

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Fontes:  O  Globo  + Money News  +  Valor  +

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MEI ameaça cada vez mais a Previdência

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26/10  -    O Congresso aprovou muito recentemente  o aumento do teto de faturamento do MEI —de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027, e para R$ 140 mil em 2028— e autorizou a contratação de até dois empregados por esse tipo de empresa (um a mais do que o previsto na lei atual), além de inúmeras promessas surgidas nas últimas semanas. A tendência é que isso venha a cobrar um preço.

 

"O MEI, ao substituir empregos com carteira, está precarizando o mercado de trabalho brasileiro, com graves danos ao financiamento da Previdência Social, pelo uso da pejotização como forma de evasão da contribuição patronal, ampliando os desequilíbrios financeiros e atuariais de um regime já pressionado pelo envelhecimento populacional", alerta o pesquisador Rogério Nagamine, ex- subsecretário do RGPS (Regime Geral da Previdência Social) do Ministério da Previdência, ouvido pela  Folha de S. Paulo  .

 

Nagamine já tinha chamado atenção para o agravamento, no ano passado, quando publicou um estudo pelo Observatório de Política Fiscal do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), que apontava que o MEI havia contratado um déficit atuarial nas contas da Previdência de R$ 711 bilhões. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  Foco de Lula e Flávio Bolsonaro, MEI precisará de ajuste - 24/10/2026 - Economia - Folha ​​

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O jornal  EXTRA, do Rio de Janeiro, também traz hoje o assunto e a matéria pode ser lida na íntegra em   Prospera MEI entrará em vigor na virada do ano, com perdão de dívidas

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Fontes:  Folha de S. Paulo  +  EXTRA  +

 

 

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