
Quinta-feira, 26 de fevereiro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
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Fim da 6X1
pesa na saúde
Fim do regime de 44 horas semanais poderá
obrigar hospitais e clínicas a
aumentar a suas equipes em 10%
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A área da saúde, na qual atuam perto de três dezenas das entidades fechadas, sofrerá um impacto relevante caso a escala 6x1 (44 horas semanais) seja extinta. A situação é agravada pelo fato de hospitais e laboratórios funcionarem ininterruptamente.
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Ao contrário de outros segmentos da economia, na saúde a redução da jornada exigiria a contratação imediata de novos funcionários para manter a mesma capacidade de atendimento, já que a lei não permite a redução de salários. Estima-se que, para uma redução de 44 para 40 horas semanais, hospitais e clínicas precisarão aumentar seu quadro de pessoal em cerca de 10%.
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A questão está no fato de que cerca de 40% das equipes operacionais das empresas de saúde atuam em jornada ampla atualmente, principalmente pela necessidade de operação 24 horas;
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De todo modo o impacto final dependerá de possíveis medidas compensatórias do governo, como desoneração da folha de pagamento ou isenções fiscais, além do possível repasse de custos para os preços dos serviços. ​​​​
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De fato, no Congresso se tem como provável ou ao menos possível que que o governo ofereça alternativas para que a conta não sobre apenas para os setores mais intensivos em mão de obra. Depois que o tema começou a tramitar na Câmara, confederações que representam segmentos econômicos passaram a publicar estudos advertindo para o impacto da medida sobre os custos de empresas. Fontes: O Estado de S. Paulo + Neofeed + Terra + Folha de S. Paulo +​
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Previc muda o formulário de requerimento de habilitação de dirigentes ​
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A Previc disponibilizou em seu portal o novo formulário de habilitação de dirigentes das entidades fechadas, de preenchimento obrigatório no caso dos requerimentos que forem protocolados a partir de 1º de março e envolvendo solicitações para membros da Diretoria-Executiva e dos conselhos deliberativo e fiscal. Com isso se atende às mudanças vindas com as resoluções 23/2023 e 26/2025.
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O novo formulário segue o modelo de requerimento de habilitação de dirigentes utilizado pelo Banco Central Europeu, adaptado ao Brasil. “Mais moderno e contemplando mais informações, ele visa aumentar a transparência e a qualidade nas análises realizadas pela Diretoria de Licenciamento da Previc", diz a Previc.
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O formulário traz, entre suas alterações, a necessidade de informar a data prevista de posse/exercício do dirigente no cargo; comprovação da tempestividade do requerimento, justificando quando for o caso; registro da existência de eventuais atestados de habilitação anteriores para o dirigente; informação da experiência profissional, destacando a específica em EFPC, quando for o caso; preenchimento de questionários, direcionados aos dirigentes e às EFPC, sobre eventual envolvimento em: processo administrativo disciplinar, processo judicial, investigação criminal, lavagem de capitais e financiamento ao terrorismo, bem como eventual conflito de interesses no âmbito da entidade.
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Funpresp-Jud usa o YouTube
para realçar a governança
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Intitulada “Quem ajuda a cuidar da sua aposentadoria?” e composta por três episódios, a Funpresp-Jud lançou em seu canal no YouTube série de vídeos destinada a realçar como os participantes têm voz ativa na gestão da entidade, através de seus representantes nos conselhos deliberativo e fiscal.
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A produção reúne exemplos práticos que explicam como as decisões são tomadas e como funciona a atuação dos colegiados na Fundação. Fontes: Blog Abrapp em Foco + Comunicação da Previc + Comunicação da Funpresp-Jud
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Nomes de peso do mercado já acreditam na Selic em 11% no final do ano​
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É verdade que quase consensualmente o mercado financeiro aposta na Selic em 12% no final deste ano, mas diz a Folha de S. Paulo em sua edição desta quinta-feira (26) que começa crescer o número de economistas que acreditam nos 11%.
Ao publicar a notícia o jornal cita três nomes de peso no mercado : Bruno Serra, ex-diretor de política monetária do BC e atual gerente de portfólios do Itaú Asset Management, Marco Freire, gestor de investimentos da Kinea, e Christiano Chadad, sócio e gestor do BTG Volt. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em Selic em 2026 pode ir para 11% 'no mínimo', dizem gestores - 25/02/2026 - Economia - Folha
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Na mesma linha, o jornal Valor Econômico diz que a autoridade monetária deve iniciar o seu ciclo de cortes de juros com uma redução de 0,50 ponto percentual em março e, em algum momento do ano, tende a acelerar o passo, segundo gestores de recursos que participaram de evento ontem em São Paulo. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em Gestores veem espaço para BC acelerar corte de juros | Finanças | Valor Econômico
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​​​​​Fontes : Folha de S. Paulo + Valor +​
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Participação dos servidores na força de trabalho é a maior em década e meia​
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Para quem formula ou se preocupa com as políticas de fomento da previdência complementar fechada pode ser importante estar a par do crescimento do número de trabalhadores empregados no setor público. Mansueto Almeida, economista- chefe do BTG PactuaL, afirma que participação do funcionalismo está no maior nível da série iniciada em 2012.
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Ele chama a atenção para o aumento na contratação de servidores em todos os níveis - federal, estadual e municipal. ​​​
Fontes: O Globo + Infomoney + Neofeed +​
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​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :
Qual o impacto do fim da jornada 6x1 no setor de saúde - NeoFeed
Relator da PEC 6x1 vai cobrar compensação do governo - 25/02/2026 - Economia - Folha
Selic em 2026 pode ir para 11% 'no mínimo', dizem gestores - 25/02/2026 - Economia - Folha
Gestores veem espaço para BC acelerar corte de juros | Finanças | Valor Econômico
Mansueto Almeida vê crescimento machucado, mas diz: "Não é difícil consertar” - NeoFeed
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