
Sgunda-feira, 27 de abril
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
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Betty e Annie:
vida com
qualidade
Betty começa a rodar um novo filme aos 85
enquanto Annie, aos 82, encanta no Instagram saltando corda todas as manhãs.
Uma brasileira, a atriz Betty Faria, muito perto de completar 85 anos, e a norte-americana Annie Judis, com 82 anos completos, personagens de notícias publicadas neste final de semana em O Globo e O Estado de S. Paulo, ainda nos surpreendem – mas provavelmente por pouco tempo mais, tanto a humanidade testa os limites da longevidade - mantendo-se exitosamente em atividade apesar da idade.
Para dirigentes de um segmento dedicado a trazer qualidade a vidas que se estendem por cada vez mais tempo, Betty e Annie são mais uma prova de que tal objetivo é possível.
Betty, que estreou como atriz no cinema com um pequeno papel em um filme produzido em 1964, o longa “O Beijo”, começa agora a filmar em maio “Garota”, uma comédia dramática, na companhia de outra atriz com passagem por várias novelas que marcaram época na Rede Globo.
Já Annie, com a idade que tem Figura no Guinness book como Como a mais velha saltadora de corda em competições oficiais.
Com seu IPhone equilibrado em um suporte, a mulher de 82 anos ajusta a iluminação e ajeita seu figurino. Quando chega a hora do show, sorrindo de orelha à orelha, ela começa a pular corda e não para por 1 minuto inteiro. E diz, olhando para a câmera: “vamos lá pessoal, vamos nos mexer, vamos nessa”. Ela faz isso rotineiramente quase toda a manhã: saudando os seus 187mil seguidores no Instagram lança o brado: “Vocês ainda vão precisar dessa energia para os netos”. Fontes O Globo + O Estado de S. Paulo+ The New York Times +
Previdência complementar quer crescer com a ajuda dos profissionais de RH
A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) e a Abrapp se aproximam, e o fazem compartilhando um sentimento de urgência, para melhor envolver as empresas e profissionais de RH, canais naturais para isso, no esforço de construção de um futuro mais seguro para os seus trabalhadores. Uma missão especialmente desafiante nesses tempos em que mudanças demográficas e no mercado de trabalho colocam a renda na aposentadoria em risco.
Diante disso as Associações não perdem tempo. Já são várias ações e declarações mostrando nas últimas semanas a seriedade com que o objetivo passou a ser buscado, começando pela assinatura de um protocolo de cooperação. O acordo insere o tema da longevidade na agenda estratégica das empresas, em um momento em que o mercado de trabalho começa a enfrentar os efeitos do envelhecimento da população brasileira. Hoje, o Brasil ainda é considerado um país relativamente jovem, mas a proporção de pessoas com mais de 65 anos deve crescer de cerca de 11% para até 30% da população nas próximas décadas, segundo estimativas de especialistas.
Outra iniciativa está sendo o apoio concedido por ambas as associações à realização de uma pesquisa sobre a saúde corporativa nas organizações públicas, privadas e do terceiro setor no Brasil. A Universidade Estadual do Ceará (UECE) é a instituição acadêmica responsável pelo estudo, que conta ainda com a parceria da Universidade de São Paulo (USP) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Fontes: Blog Abrapp em Foco +
Mercado de capitais impulsiona a economia real, mas ...
BB
Ainda que parte expressiva (ao redor de 80%) de nossos recursos estejam alocados em títulos públicos, é com orgulho por sua condição de grandes investidores institucionais que os dirigentes de entidades fechadas devem receber a notícia espalhada pela mídia de que no primeiro trimestre deste ano o mercado de capitais superou os bancos como a principal fonte de crédito para as empresas. A emissão de títulos corporativos e securitizados chegou a R$ 2,21 trilhões, enquanto o estoque de empréstimos bancários somou R$ 2,19 trilhões.
O crescimento é expressivo quando comparado ao passado. Há dez anos, o mercado de capitais era 75% menor que o crédito bancário e cinco anos atrás ainda representava apenas metade; agora, assumiu a liderança, com tendência de expansão nos próximos anos.
Hoje, ao investir em fundos de crédito ou comprar títulos corporativos, como debêntures ou CRIs, o investidor está participando da formação de capital e criação de empregos no País. Com juros altos e baixa inadimplência, aumentou a demanda por alternativas de crédito, cenário este no qual fundos de crédito privado que ofereçam lastro real e rentabilidade superior ao CDI têm ganhado destaque.
No entanto, como contraponto, chega a notícia de que os gestores de crédito privado não estão otimistas com o cenário atual, marcado por dificuldades financeiras de não poucas empresas, abertura dos spreads e aumento nos pedidos de resgates de cotas nos fundos de investimentos.
Ao dar a notícia, o jornal usa a expressão " dispara o pessimismo ".
E detalhes chegam em outra notícia. É que as recuperações judiciais bateram novo recorde no 1º trimestre do ano. No fim de março, 5.931 empresas estavam em processo de reestruturação de dívidas, alta de 4,4% em relação ao trimestre anterior e de 22% na comparação anual.
Selic: quase ninguém acredita em
corte de 0,50 ponto nesta semana
O mercado aposta em sua imensa maioria em um corte de apenas 0,25 ponto na Selic na reunião desta semana. Muito poucas instituições, na verdade quase nenhuma delas, esperam uma redução de 0,50.
Caso se confirme tal expectativa, a Selic terminará abril na altura dos 14,50%.
Fiscalização do BC cai
40% em 5 anos
As ações de fiscalização do Banco Central (BC) sobre instituições financeiras caíram 40% nos últimos cinco anos,
Em 2020, foram 1.198 inspeções contra 722 no ano passado. Fontes: Terra + Investidor Institucional + Linkedin + O Estado de S. Paulo + Mercado de Capitais + Valor + O Globo +
Empréstimos: Governo cria limites para taxas no consignado tendo o próprio mercado como referência
As entidades fechadas estão presentes no mercado de empréstimos e, ainda que indiretamente, porque os juros que cobram estão entre os menores, interessa saber que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, nesta sexta-feira. resolução criando critérios objetivos para monitorar as taxas cobradas pelas instituições financeiras e impondo um limite ao custo total dos empréstimos.
Não haverá um teto fixo, o próprio mercado será referência. Na prática, os bancos passam a ser comparados entre si, sendo considerada abusiva a taxa que exceder a soma da média ponderada do mercado com o seu desvio padrão. Esse limite ainda será ajustado por um fator multiplicador definido pelo governo.
Fontes: O Globo + Brasil 247 + Agência Brasil + O Estado de S. Paulo + Folja de S. Paulo +
Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :
Mercado de capitais supera bancos em oferta de crédito para empresas pela primeira vez na história
Mercado de capitais tem recorde de captação no primeiro trimestre – Revista Investidor Institucional
(38) Mercado de capitais supera bancos na oferta de crédito a empresas | LinkedIn
Governo cria regra contra juros ‘abusivos’ no consignado de trabalhadores CLT
Governo cria nova regra para combater juros abusivos no consignado | Brasil 247
Ministério restringe tarifas e limita custo do crédito consignado | Agência Brasil
Recuperação judicial de empresas tem novo recorde | Impresso | Valor Econômico
Com cenário incerto, mercado espera novo corte de 0,25 ponto na Selic | Intraday | Valor Econômico
Consignado CLT: governo limita juros do empréstimo - 24/04/2026 - Economia - Folha
