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Terça-feira,   10 de março 

Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Renda fixa e

ETFs brilham

em fevereiro

 

Isso permitiu à indústria de fundos terminar

fevereiro com captação líquida positiva de R$ 48,5 bilhões

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Impulsionada pelo desempenho dos fundos de renda fixa e dos ETFs, a indústria de fundos registrou captação líquida positiva de R$ 48,5 bilhões em fevereiro. No acumulado do ano, as entradas líquidas somam R$ 134,3 bilhões.

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Os fundos de renda fixa lideraram o resultado do mês, com captação líquida positiva de R$ 55,6 bilhões, ligeiramente abaixo dos R$ 58,5 bilhões registrados em janeiro.

 

O destaque ficou para os fundos do tipo renda fixa duração baixa soberano — que investem 100% em títulos públicos federais —, responsáveis por entradas líquidas de R$ 18,1 bilhões.

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Os ETFs também apresentaram desempenho positivo, com captação líquida de R$ 5,8 bilhões, valor que supera com folga os R$ 3,3 bilhões registrados em janeiro. Os ETFs de renda fixa responderam pela maior parte do resultado, com entradas líquidas de R$ 5 bilhões, enquanto os ETFs de renda variável registraram captação de R$ 753,9 milhões. Esses fundos vêm se destacando desde 2025, quando atingiram o recorde de R$ 23,1 bilhões em captação líquida — o maior valor desde o início da série histórica da Anbima, que começa em 2004.

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Além da renda fixa e dos ETFs, a categoria de FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) também encerrou fevereiro no azul, com captação líquida de R$ 1,1 bilhão, concentrada em um fundo do setor financeiro.

 

​​Fontes:   Anbima +

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Veja aqui os desafios que  persistem nos investimentos ESG das entidades

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Em matéria de  integração de critérios ASG (Ambiental, Social e de Governança) na gestão de portfólios das entidades fechadas, um dos maiores entraves ainda é a disponibilidade e qualidade dos dados fornecidos. A verdade é quee ainda são limitados ou pouco padronizados em diversos segmentos do mercado.


Esse diagnóstico foi feito em reunião, realizada por videoconferência,  da Comissão Técnica Leste-Sudeste (Subgrupo Leste) de Investimentos da Abrapp. No encontro foram identificados outros desafios, como uma padronização de métricas e metodologias de análise, que permitam comparabilidade entre ativos, emissores e gestores. Faz falta também uma integração efetiva das informações ESG aos modelos tradicionais de análise de risco e retorno.

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O cenário atual requer também maior capacitação técnica e amadurecimento institucional das equipes e estruturas de governança para lidar com o tema.

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Nesse sentido, muitas entidades veem o ano corrente como um período de aprendizado, testes e evolução das práticas, buscando-se desenvolver metodologias que permitam demonstrar, de forma clara e objetiva, a relação entre critérios ASG, risco e retorno dos investimentos. 

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Governança, Comunicação e Transparência serão temas

de apresentação da Previc no YouTube na próxima sexta

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A apresentação desta semana da série Conexões Previc, nesta sexta-feira (13) vai falar sobre “Governança, Comunicação e Transparência nas EFPC”.

 

A série de seminários virtuais  apresenta as principais atualizações normativas implementadas pela Resolução Previc 26/2025. Os encontros acontecem em todas as sextas do mês de março, e no dia 10 de abril, sempre às 10h e com transmissão ao vivo pelo canal da autarquia no YouTube.

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​​​Fontes:   Blog Abrapp em  Foco +  Comunicação da Previc + 

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RH : Empregadores ainda estão despreparados para a nova fase da NR-1​

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A entrada da NR-1 na fase em que as organizações passarão a poder ser multadas, a partir de maio,encontra as organizações ainda despreparadas.  Dados de uma pesquisa nacional revelam que, enquanto 78% das empresas declaram preocupação com o bem-estar psicológico de suas equipes, apenas 23% possuem políticas formais e estruturadas para lidar com a questão emocional da sua equipe.

 

O hiato entre o discurso e a prática ocorre em um cenário de crise epidemiológica: em 2025, o Brasil atingiu o recorde de 546 mil afastamentos por adoecimentos mentais, atingindo o maior volume em dez anos.

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A informalidade na gestão do tema colide frontalmente com a nova Norma Regulamentadora 1 (NR-1). A regra agora exige que os riscos psicossociais sejam integrados ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das companhias. No entanto, o mercado demonstra despreparo: uma parcela de 68% das empresas afirma não compreender as mudanças exigidas pela norma, o que pode resultar em autuações e sanções administrativas.

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​​ â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹Fontes:   Mundo RH +  Notícias  RH  +​

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Casos de mpox mais que dobram em menos de 1 mês​

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Por conta dos recursos humanos de nossas entidades e dos planos de saúde que muitas delas administram, aos dirigentes  interessa saber que o Brasil já tem 129 de casos confirmados do vírus mpox neste ano, sendo que a quantidade de casos mais que dobrou desde a segunda quinzena de fevereiro. Ao publicar hoje a  notícia a mídia frisa, entretanto, que para o Ministério da Saúde a situação ainda não caracteriza um cenário de crise.

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O Estado de São Paulo concentra 66% dos casos.

 

Ao lado disso há 570 casos sob investigação e 7 classificados como prováveis. 

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Fonte  :   Valor +  CNN +  G1  +

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Regulamentação do trabalho por apps pode ganhar texto final hoje

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Interessados  em levar as micro pensões aos trabalhadores de apps, cabe saber que os  deputados Joaquim Passarinho (PL-PA) e Augusto Coutinho (Republicanos-PE), respectivamente presidente da comissão especial que discute a regulamentação do trabalho através de plataformas e relator do projeto de lei complementar reúnem-se hoje com o presidente da Câmara  para definir o texto de consenso a ser votado no colegiado.

 

Esse texto final, de consenso, antecede a análise em plenário. Além do valor mínimo e de controvérsias sobre pontos que criam vínculo empregatício, o desconto máximo por corrida também está em debate.

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​​​​​​​​​​​​​​​Fonte  :  Folha de S. Paulo  + G1  +​​

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​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :

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​CT de Investimentos Leste da Abrapp debate integração de critérios ASG na gestão de carteiras – Blog Abrapp Em Foco

Conexões PREVIC desta sexta (13/3) fala sobre governança, comunicação e transparência nas EFPC — PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar

Apenas 23% das empresas possuem políticas formais voltadas para o assunto - Mundo RH

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/casos-de-mpox-dobram-no-brasil-e-chegam-a-129-sp-tem-66-das-confirmacoes/

Jundiaí confirma primeiro caso de mpox de 2026 | G1

Casos de mpox dobram em 20 dias no Brasil | Brasil | Valor Econômico

Uber e iFood: piso por corrida é ponto sensível em lei - 09/03/2026 - Economia - Folha

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