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MÍDIA

Quarta-feira, 8 de dezembro - Entregue até 8h 30 min.
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Detalhes devem ser buscados nas fontes primárias
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 Cenário

Inflação preocupa mais

 O Brasil é um dos países com maior elevação de preços desde o fim do 1º semestre de 2020.

Fonte (s) primária (s)      O ESTADO DE S. PAULO   /////    VALOR  

De ontem para hoje há uma boa e uma má notícia a relatar. Começando pela positiva, do agrado especialmente daqueles dirigentes dedicados à inovar, é a informação de que as startups latino-americanas não só estão captando muito mais recursos, como tendendo a operar em um maior número de países da região, o que traz ao mercado uma maior quantidade de opções de escolhas. Este ano, até setembro, foram captados US$ 14,8 bilhões, contra US$ 5,4 bilhões em 2020 inteiro. Do lado negativo, vem a notícia de uma inflação que preocupa mais.

Em entrevista a um jornal, Ilan Goldfajn, ex-presidente do BC e atual presidente do Conselho do Credit Suisse no Brasil, acredita que as autoridades monetárias brasileiras precisarão de pelo menos dois anos para voltar a controlar efetivamente a inflação, ao custo de uma desaceleração "relevante" da atividade econômica. Não está descartada, no seu entendimento,  uma recessão ao longo de 2022. Mas é preciso manter a calma. Economistas especializados em inflação ressaltam que  a situação atual ainda está longe o descontrole e da perda de referência de preços característico do período de hiperinflação. "A inflação está hoje mais persistente do que galopante", diz o coordenador de índices de preços do IBRE-FGV, André Braz. Já segundo o coordenador do IPC da FIPE, Marcelo Moreira, a perda de referência seria o primeiro sinal de hiperinflação, o que não é o caso atual. "Hoje, o consumidor tem referência quanto aos preços, mas não possui renda para suportá-los", diz relatório da FIPE -Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. 

De toda forma, a inflação existe e preocupa: O Brasil é um dos países com maior elevação de preços desde o fim do 1º semestre de 2020. A inflação IPCA aumentou de 1,9% em maio de 2020 para quase 11% em novembro. O movimento é expressivo quando comparado à mediana da inflação desde 1998 de 6% e ainda mais forte frente à mediana de 3,5% do período entre 2017 e 2019 - antes da pandemia.

A inflação não está poupando nem o comércio eletrônico no Brasil, o que reduz a capacidade de as classes mais baixas protegerem os seus orçamentos. Apesar da expansão dos “marketplaces”, os shoppings virtuais com milhares de lojistas, e a competição forte na venda digital, pesquisa inédita obtida pelo Valor mostra inflação no on-line, de janeiro a outubro, de 18,76%, bem acima de indicadores como IPCA e IGP-M. Estes índices até incluem a variação de preços na internet, como ocorre no IPCA, mas consideram lojas, concessionárias de veículos, e até variação em insumos, caso do IGP-M.

Previdência

Campanha de reeleição de Bolsonaro vai incluir capitalização na Previdência Social

Fonte (s) primária (s)         O ESTADO DE S. PAULO     /////      FOLHA DE S. PAULO   ///   CANAL MYNEWS

A dez meses das eleições presidenciais, o ministro da Economia, Paulo Guedes,  deu nesta terça-feira, 7, as diretrizes do que deve ser o programa de campanha do presidente Jair Bolsonaro na tentativa de se reeleger em 2022. Os planos incluem propostas frustradas ao longo desta gestão, como instituir o modelo de capitalização na Previdência Social,  privatizar a Petrobras,   flexibilizar contratos de trabalho e avançar nas reformas administrativa e tributária.

"O programa para o novo mandato é claro:  terminar o trabalho", disse Guedes.

O ministro voltou a defender instituir no Brasil o modelo de capitalização, em que os trabalhadores contribuem para uma poupança individual que bancará sua própria aposentadoria no futuro. "Fizemos a reforma da Previdência, mas foi erro não fazer a capitalização", disse Guedes. "Devemos tentar fazer capitalização da Previdência novamente", completou.

A previdência complementar em debate  - O Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins, disse ontem, ao participar de programa especial do canal  MyNews, ao lado do Lúcio Capelletto, Diretor Superintendente da Previc e Maurício Dias Leister, Coordenador-Geral de Estudos e Análise Conjuntural da Subsecretaria do Regime de Previdência Complementar – SPrev , que a  Reforma da Previdência  ampliou o debate e a conscientização sobre a importância de buscar uma Previdência Complementar.

 

“A sociedade abraçou a causa da Previdência ao perceber que o regime de repartição simples não se sustenta. Com a pandemia, as pessoas estão mais sensíveis, ocorrendo maior procura pelos planos previdenciários com a maior consciência da responsabilidade do indivíduo em poupar”, disse. Ele defendeu a importância do desenvolvimento de políticas públicas para incentivar a formação da poupança previdenciária.

O Diretor-Presidente da Abrapp lembrou do programa "Previdência é Coisa de Jovem", que tem objetivo de promover a conscientização das novas gerações sobre a importância de começar cedo a poupar para a aposentadoria.


Lúcio Capelletto destacou a importância da harmonização das regras entre as previdências aberta e fechada. “Estamos com uma série de iniciativas com alterações na Lei Complementar para reduzir essas diferenças. Quando tivermos as mesmas regras, teremos um ambiente de melhor competitividade para a entrega de melhores produtos”, comentou.


Maurício Leister enfatizou a importância da educação financeira e previdenciária e o trabalho conjunto realizado do Ministério com a Abrapp, Previc e outras entidades. Ele lembrou a realização da Semana Nacional de Educação Financeira, que promoveu centenas de palestras e atividades para desenvolver a conscientização da educação financeira.
 

Recursos humanos

Pesquisa da KPMG oferece perfil dos fraudadores nas empresas

Fonte (s) primária (s)         VALOR     /////   BLOOMBERG      /////    INFOMONEY

Uma pesquisa da KPMG traçou o perfil do fraudador nas empresas brasileiras. Segundo o levantamento, 80% das infrações vieram de profissionais do gênero masculino. Em 73% dos casos, os autores tinham entre 26 e 45 anos.

No geral, 45% dos respondentes indicaram que o fraudador tinha de um a quatro anos de empresa. Para 34%, o tempo era acima de seis anos. As principais motivações para os fraudadores, segundo o levantamento, foram atingir metas corporativas (38%), omitir erros (31%) ou obter ganho pessoal (27%).

                                                                                    em resumo

O Deutsche Bank cortou sua projeção para o PIB do Brasil em 2022 de 1,8% para 0,8%, na esteira de outras revisões impulsionadas pelos dados ruins da atividade no terceiro trimestre e da indústria em outubro ---------  

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