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Segunda-feira,  31 de agosto
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Fundos de

previdência lideram

                  

 Retorno em julho foi de 3,33%

Os fundos do tipo ações indexados, que replicam a carteira de ações de um índice de referência, foram o destaque de rentabilidade em julho entre aqueles com maior patrimônio líquido, liderando os retornos tanto na classe de ações quanto na de previdência, segundo a Anbima. Na categoria de ações, a alta foi de 2,93% no mês; entre os fundos de previdência, o avanço foi de 3,33%.
 

"O resultado de julho reflete um conjunto de fatores dos últimos meses: a melhora nas expectativas de inflação, o ciclo de corte de juros e a volta pontual do capital estrangeiro no Brasil, que vinha de um período mais cauteloso. Isso recompôs a confiança do investidor em torno dos ativos domésticos", explica Pedro Rudge, diretor

 

Na classe de renda fixa, o destaque de julho ficou com o tipo duração alta crédito livre, que aloca mais de 20% da carteira em títulos de longo prazo com médio e alto risco de crédito. Esses fundos subiram 1,47% no mês e acumulam alta de 7,50% no ano.

Cresce a parcela da dívida

pública atrelada à  Selic

Em sua edição desta segunda-feira o jornal O Globo informa em manchete de primeira página que o Brasil deve terminar o  ano com a maior emissão de títulos indexados à Taxa Selic desde o ciclo 2006-2010. Até julho, a atual gestão já colocou no mercado R$ 2,8 trilhões em títulos atrelados à taxa básica de juros, 48,2% do total emitido no período (R$ 5,7 trilhões). A parcela supera todos os períodos presidenciais anteriores. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  Piora no perfil da dívida: país terá maior emissão de títulos ligados à Selic em 4 anos desde 2006

FontesAnbima  +  O  Globo  +

Cai a participação do private equity nas fusões e aquisições

Estudo da consultoria Bain & Company, de julho, mostra que fundos de private equity globalmente têm um número recorde de 32 mil empresas para vender, que valem US$ 3,8 trilhões.

No Brasil, levantamento feito pelo Grupo Seneca mostra uma trajetória de queda na participação desses fundos nas transações de fusões e aquisições (M&A) a partir de 2019, com a sua presença nos negócios saindo de 27,3% naquele ano para 12,8% no ano passado. Até agora em 2026, os fundos de private equity entraram em apenas 5,2% das transações feitas.

Esse declínio vem acontecendo pela interrupção nas aberturas de capital em bolsa e pela pressão da alta dos juros nas companhias investidas, que tornam difícil a saída dos fundos de private equity  dos seus investimentos.

Essas informações foram extraídas de duas fontes principais. Os assinantes podem ler as matérias na íntegra em :

Fundos de participações em empresas perdem peso em fusões e aquisições - Estadão

Volume investido por fundos de participações desaba no 1º semestre | Finanças | Valor Econômico

Há também um estudo da consultoria  EY a esse respeito e que pode ser acessado por qualquer  interessado em  O amadurecimento do mercado de fusões e aquisições no Brasil | EY - Brasil

FontesValor  +  O Estado de S. Paulo  +

Previc atualiza segmentação das EFPC para 2027

A Previc atualizou na última sexta-feira a segmentação das entidades fechadas para 2027, distribuindo para o ano que vem as EFPCs entre os quatro grupos existentes: S1, S2, S3 e S4.    O enquadramento anualmente revisto pela autarquia é utilizada para orientar a supervisão do sistema e a aplicação do princípio da proporcionalidade normativa, considerando o porte, a complexidade e o grau de exposição aos riscos de cada uma.

Para o ano que vem, a segmentação distribui as 239 entidades habilitadas da seguinte forma: 9 EFPCs  ficaram no segmento S1, já  72 no S2, outras 89 no S3 e, por fim,  69 no S4.

A nova classificação entra em vigor em 1º de janeiro de 2027 e cada entidade pode consultar seu enquadramento em  Portaria Previc Nº 661, DE 26 DE agosto DE 2026 - Portaria Previc Nº 661, DE 26 DE agosto DE 2026 - DOU - Imprensa Nacional

FontesComunicação da Previc  +  Blog Abrapp em  Foco  +

 

Idosos:  BNDES abre inscrições para projetos

O BNDES abriu seu primeiro edital para selecionar projetos voltados à promoção, proteção e garantia dos direitos da pessoa idosa. O banco poderá destinar até R$ 15 milhões às iniciativas, com recursos provenientes de doações incentivadas dos Fundos dos Direitos do Idos

Para garantir que os recursos cheguem a quem mais precisa, os projetos submetidos devem atender a pelo menos um dos cinco eixos prioritários definidos pelo edital:  segurança alimentar e fortalecimento familiar; proteção contra violências domésticas e sexuais; enfrentamento e prevenção ao uso de drogas, álcool e tabaco; acolhimento institucional  e  assistência e proteção ao idoso em situação de rua. 

 

Mais detalhes em   

O cuidado com a pessoa idosa é também uma agenda de desenvolvimento: BNDES destina até R$ 15 milhões para Projetos Sociais. Inscrições abertas! - Portal do Envelhecimento e Longeviver

BNDES lança edital inédito de até R$ 15 milhões para apoiar idosos

BNDES abre seleção inédita e destina até R$ 15 milhões a projetos para idosos em quatro cidades; veja quais | Jornal Correio

FontesPortal do  Envelhecimento  +  O  Globo + Correio  + 

Proposta de reforma da Previdência eleva idade mínima de aposentadoria para 67 anos 

Dois jornais  -  O Estado de S. Paulo e Valor Econômico  -  publicaram matérias nos últimos dias mostrando o recrudescimento do debate em  torno da urgência de uma nova reforma da Previdência, como decorrência dos crescentes déficits. Por exemplo, importantes especialistas estão por trás de uma proposta que traz  não apenas a elevação da  idade mínima de 67 anos para aposentadoria de homens e de mulheres e da população urbana e rural, ao mesmo tempo em que o aumento automático desse piso para obtenção do benefício à medida do envelhecimento da população.

Notando que essas e outras propostas em discussão são fruto do que é visto como rápido envelhecimento da população, uma vez que, pelas estimativas do IBGE,  entre 2000 e 2070 o número de 60+ deve bem mais que dobrar, passando de 16,6%  da população para  37,8%.

No mesmo período a parcela dos 80+ deve subir de 1,2% para  11,6%​​

FontesO  Estado de S. Paulo +  Valor  +

Jovens além da aposentadoria

28/08  -   Notícias como essas m cada vez mais atenção : Casos de pressão alta em jovens não é mais exceção dentro dos consultórios, ao mesmo tempo em que estudo mostra que aumento do número de casos de câncer em pessoas de pouca idade está geralmente associado ao estilo de vida. E, falando nisso e como se não bastasse, chega a informação de que são os adolescentes os que mais fumam entre todas as faixas etárias.

 

Interessados naturais em questões etárias, a começar da conhecida dificuldade do jovem em lidar com o tema aposentadoria e do idoso às voltas com o desafio de como financiar a própria longevidade, os dirigentes de nossas entidades fechadas estão com certeza entre os leitores surpresos com essas notícias.

 

E vamos aos detalhes:  Levantamento publicado na revista científica The Lancet Child & Adolescent Health,  mostra que o número de crianças e adolescentes  com hipertensão praticamente dobrou nos últimos 20 anos, chegando a cerca de 114 milhões de pessoas no mundo.

 

No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que a doença atinge aproximadamente 30% da população, faixa que inclui uma quantidade cada vez maior de jovens adultos.

 

Ao mesmo tempo em que relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que diagnósticos de câncer em pessoas com menos de 50 anos cresceram 79,1% nas últimas três décadas. Diante desse cenário, um novo estudo internacional buscou entender quais fatores de estilo de vida estão relacionados a essa tendência.

 

Trabalho  publicado na National Library of Medicine, analisou dados de mais de 260 mil pessoas, relativamente a  cinco fatores modificáveis de  risco de câncer : Tabagismo; Consumo de álcool; Índice de massa corporal; Atividade física; e  Alimentação. 

 

Mas não é tudo, porque pesquisa do Instituto A.C. Camargo Câncer Center, feita junto com a Nexus, mostra que o maior número de fumantes no Brasil se concentra na faixa etária dos 16 aos 24 anos. A informação pode ser importante para aqueles dirigentes de entidades fechadas que atuam na área da saúde.

Nada menos de 19% desses jovens se diz fumante, percentual que cai para 15% na faixa entre os 25 e 40 anos, a que registra o menor número. 

 

Os interessados podem ler as matérias na íntegra em 

Tabagismo é maior entre jovens de até 24 anos, diz pesquisa | Brasil | Valor Econômico 

Aumento de casos de câncer em jovens acende alerta global

Por que casos de pressão alta em jovens vêm crescendo no mundo?

FontesInstituto MAG de Longevidade +  Valor  

 

 

Reforma da Previdência : já são duas propostas e uma delas defende a capitalização e a outra  parece incluir o setor privado

Três jornais  ( O Estado de S. Paulo ,  Folha de S. PauloValor Econômico )  trazem propostas de reforma da Previdência em suas edições desta sexta-feira (28).

28/08  -   Coordenador do plano de governo de Romeu Zema (Novo), Carlos da Costa afirma que, num eventual mandato presidencial do mineiro, será realizada a última reforma da Previdência no atual regime de repartição, para que o País adote a capitalização numa gestão Zema 2.  Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  Para diminuir déficit da Previdência, a sociedade terá de fazer escolhas, diz coordenador de Zema - Estadão

Além dessa, proposta de reforma da Previdência de um grupo liderado pelo economista Armínio Fraga parte de ajustes de parâmetros como idade mínima de aposentadoria, equiparação entre homens e mulheres e entre a população urbana e rural, adaptação automática da idade mínima à expectativa de vida e revisão de aposentadorias especiais.

O aumento da idade mínima de aposentadoria para 67 anos para homens e mulheres e populações urbana e rural é o ponto inicial.

Em um segundo momento, a proposta sugere  mudanças na modalidade dos benefícios, no regime financeiro e na administração do sistema, com a inclusão do setor privado em alguns casos.

A proposta, que o grupo define como "estrutural e ampla",  será entregue a quem vencer as próximas eleições presidenciais. Se adotada na íntegra, ao final deste século, a reformulação estabilizaria a despesa previdenciária na casa de 10% do PIB (Produto Interno Bruto). Hoje, o custo já equivale a 8% do PIB. Se nada for feito, chegará a 17% em 2100.

Integram o grupo também os economistas Paulo Tafner, Bernardo Schettini, Leonardo Rolim, Rogerio Nagamine e Sergio Guimarães.

 

Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  

Proposta para Previdência prevê mudança estrutural | Brasil | Valor Econômico

INSS: aposentadoria aos 67 e capitalização; o que mudaria? - 27/08/2026 - Economia - Folha

Participantes poderão se frustrar com a renda

da aposentadoria proporcionada pelos planos CDs,

alertam economista e professor do Insper

Ruy Ribeiro, sócio da consultoria Atlantiqis e professor do Insper, e o economista Victor Tito escrevem hoje no Valor Econômico artigo sob o título  " O passivo invisível dos planos de  contribuição definida ", onde alertam para o risco de frustração dos participantes com o valor de suas aposentadorias futuras.

Os autores dizem textualmente :  "  O problema não se limita ao descasamento entre patrimônio e renda futura. Em horizontes longos, ativos mais aderentes à construção de renda previdenciária - como NTN-Bs e o Tesouro Renda+ - tenderam a entregar retorno superior ao CDI. Nos últimos vinte anos, o CDI acumulou retorno equivalente a aproximadamente 70% do IMA-B5+, índice composto por NTN-Bs de diferentes vencimentos. O investidor excessivamente concentrado em CDI não apenas ficou mais exposto ao encarecimento da aposentadoria, como também acumulou menos patrimônio no longo prazo  ". 

Eles admitem, no entanto, que " se os planos CD continuarem medindo sucesso apenas pelo saldo acumulado e pela volatilidade de curto prazo, corremos o risco de formar uma geração de participantes frustrados com a renda obtida na aposentadoria. A boa notícia é que a indústria já dispõe dos instrumentos financeiros, atuariais e tecnológicos necessários para enfrentar esse problema". Basta, então, reconhecer o problema e agir para corrigi-lo.

Os assinantes podem ler o artigo na íntegra em   O passivo invisível dos planos de contribuição definida | Finanças | Valor Econômico

FontesValor   + Folha de S. Paulo  +  O  Estado de S. Paulo  +

Servidores do INSS entram em estado de greve

28/08  -   Os servidores do INSS entraram em estado de greve, um estágio anterior à paralisação total das atividades, devido à "conduta displicente dispensada ao novo decreto de atribuições", conforme explicou o Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social (Sinssp-BR). 

A entrada nesse estágio também foi baseada no descumprimento dos acordos de greve de 2022 e 2024, acrescentou o sindicato.

FontesEXTRA (RJ) +  O  Dia  +

 

 

FIDCs : Casos de sonegação de informações batem recorde

28/08  -  Apuração mostra que aumenta o número dos  fundos estruturados que falham na divulgação de seus informes mensais. Segundo levantamento da Uqbar, 46 FIDCs de 12 administradores não entregaram em julho as informações do mês anterior. É o maior número mensal do ano.

O aumento do “apagão” na classe ocorre em um momento em que o mercado eleva a preocupação com a saúde dos veículos de crédito diante das seguidas recuperações judiciais, e do temor de desaceleração mais forte da economia.

Especialista lembra que a ausência de informes mensais representa o descumprimento de uma obrigação básica para a transparência e a supervisão do mercado, lembrando que os  fundos estruturados receberam R$ 108 bilhões em novos investimentos neste ano  E alerta não ser a primeira vez em que isso acontece.

E em meio à mídia que chamava a atenção ontem para o assunto uma delas dizia que depois de anos de bonança, em que os juros elevados levaram a captações bilionárias, os fundos de crédito privado inspiram maior cautela no mercado financeiro este ano.

O cenário de alocação piorou. Os spreads (diferença entre prêmios desses ativos comparados com outros ativos) dos títulos de dívida corporativa, principal ativo investido pelos gestores, estão comprimidos graças à alta demanda e, para muitos, não remunera adequadamente o risco oferecido.

Os interessados podem ler na íntegra as matérias publicadas a respeito do assunto em   

FIDCs somam 46 fundos sem informe em julho e Anbima reage — Fidc News

FIDCs: fundos têm maior “apagão” do ano, e Anbima acende alerta

FIDCs: maior apagão de informes do ano acende alerta da Anbi-

Fundos de crédito registram maior apagão de informações do ano – Portal de notícias Brasil em Folhas

Fundos de crédito privado após Raízen (RAIZ4), Casas Bahia (BHIA3) e Braskem (BRKM5): o que avaliar antes do resgate - Estadão

FontesInfomoney + Fidcsnews  +  Global Forum  + Brasil em Folhas  +  O  Estado de S. Paulo  +

 

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