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Sexta-feira, 26 de fevereiro  - Entregue até 8h 45 min.

Newsletter com um olhar estratégico para a leitura  de diretores e conselheiros da Abrapp, Sindapp,  ICSS e UniAbrapp, trazendo uma síntese combinada  com  a essência das informações de interesse encontradas nas mais variadas mídias. Recomendamos ao leitor desejoso de obter mais detalhes procurá-los nas fontes originais das notícias aqui resumidamente publicadas.

Autogestão & planos comerciais

Saúde suplementar: teleconsulta é bem aceita, mostra métrica da FenaSaúde

Aceitação da modalidade fica entre  80% a 85%

Fonte portais  FENASAÚDE, FENACOR  e INSTITUTO COALIZÃO SAÚDE - ICOS

A notícia a seguir interessa aos dirigentes de entidades que operam na área da saúde, uma vez que trata de uma ferramenta utilizável tanto por planos de autogestão como as empresas que atuam comercialmente buscando o lucro. É que o grau de satisfação dos pacientes com a telessaúde tem sido bastante alto na saúde suplementar brasileira. De acordo com o presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima, o Net Promoter Score (NPS), a métrica que mede a aceitação do serviço pelos pacientes atendidos por meio dessa modalidade, está entre 80% a 85%, segundo monitoramento realizado por operadoras. 

“A experiência foi muito bem conceituada pelo próprio paciente, em que pesem as dificuldades de início tanto de um lado como de outro para a adoção das ferramentas. A pandemia, sem dúvida nenhuma, acelerou a adoção da telessaúde não só na quantidade de consultas, mas no desenvolvimento de várias plataformas e outras soluções tecnológicas”, afirmou.

Uma das  vantagens da telessaúde é o aumento da produtividade dos atendimentos. As teleconsultas têm apresentado alta resolutividade,  atendendo mais de 90% das necessidades dos pacientes, conforme relatos das empresas associadas à FenaSaúde.

 

Os não comparecimentos diminuíram bastante e há mais facilidades de encaixar novas pessoas nos horários de quem não compareceu. “Eu poderia resumir o principal ganho da aceleração do conceito da telessaúde em apenas uma palavra: o acesso. É a palavra chave da medicina”, disse o dirigente.

O acompanhamento de pacientes crônicos também melhorou bastante com a telessaúde. Pessoas com comorbidades ou dificuldades que não podiam se deslocar foram monitoradas em suas casas.

Por fim, João Alceu Amoroso Lima defendeu pontos que considera fundamentais para a boa regulamentação da prática da telessaúde no país.  Com relação à questão da territorialidade, não deve haver limitação para um médico ou profissional de determinada região atender pacientes de outras regiões: “O Brasil é um só e esse acesso tem de ser para todos”. Sobre se a primeira consulta deve ou não ser presencial, quem deve decidir é o médico junto com o paciente.

Atuária 

Dados de Minas mostram o tamanho do impacto da pandemia sobre a redução da  expectativa de vida

Fonte  jornais VALOR ECONÔMICO e O ESTADO DE MINAS

O assunto naturalmente é um dos que mais nos interessam, até mesmo por seu óbvio impacto atuarial. A informação é a de que o aumento da taxa de mortalidade provocado pela covid-19 reduziu em 0,65 ano a expectativa de vida ao nascer em Minas Gerais em 2020, segundo estudo da Fundação João Pinheiro (FJP). E lembrando que o Estado nem é dos mais afetados pela pandemia.

Antes da covid-19, a esperança de vida ao nascer de Minas Gerais era de 78,2 anos, de acordo com estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dez anos, esse indicador aumentou três anos. Nove meses de pandemia, em 2020, fizeram com que recuasse 0,65 ano, ou cerca de 20% de tudo o que ganhou na década.

Minas Gerais ocupa a 25ª posição em número de mortes entre as 27 unidades da federação, com 76 óbitos por 100 mil habitantes.

Home office vs presencial 

Modelo híbrido de trabalho é cada vez mais uma forte tendência

Fonte  jornais VALOR ECONÔMICO e FOLHA DE S. PAULO e O GLOBO

O ritmo lento de vacinação da população brasileira contra a covid-19 prolongou dúvidas sobre o futuro dos espaços para escritórios comerciais e a vida nas grandes cidades. Mas, a opinião de especialistas e iniciativas de algumas empresas indicam que o modelo híbrido, de trabalho no escritório e em casa, em sistema de revezamento, é uma tendência que ganha cada vez mais força.

Desde o ano passado, inquilinos com menos fôlego ou que mantêm atividades fortemente atingidas pelos efeitos da covid-19, como o turismo e profissionais liberais, devolveram espaços conforme perceberam que a pandemia não cedia. Na região da avenida Paulista e o Centro, edifícios inteiros estão desocupados. No caso das empresas que ocupam escritórios de alto padrão, a maioria está em compasso de espera, na expectativa de que a vacinação avance. Nas multinacionais, orientações mais rígidas das matrizes recomendam cautela e trabalho em casa, por enquanto.

Pesquisa feita no ano passado pela Cushman apontou que 38% de 158 executivos entrevistados pretendiam adotar o modelo híbrido, com possibilidade de trabalho em casa um ou dois dias por semana. Nova sondagem será realizada em breve. A expectativa é a de  que a tendência se confirmará.

Um segundo jornal traz que  Joseph Nigri, presidente da Tecnisa,  também aposta que pós a vacina a maioria das empresas terá trabalho híbrido, alternando presencial e home office.

São Paulo e Rio antecipam vacinação -   A Prefeitura de São Paulo vai antecipar a vacinação  de idosos com idades entre 80 a 84 anos para no próximo sábado (27) —dois dias antes da data prevista. O mesmo está acontecendo no Rio.

A vacinação será feita nos cinco pontos de drive-thru, que abrirão para início da campanha, e nas 82 AMAs que funcionam aos sábados. A partir de segunda (1), as doses estarão disponíveis para esse público em todos os postos de saúde da cidade. Segundo a prefeitura, há mais de 140 mil idosos nessa faixa etária na cidade.

 

Previdência Complementar 

Akira Miki é o novo Diretor de Seguridade da Petros

Fonte  portal da  PETROS

O Conselho Deliberativo da Petros aprovou o nome de Akira Miki para a Diretoria de Seguridade,. A sua  escolha  foi conduzida por uma consultoria externa especializada em recrutamento, assim como ocorreu na seleção dos demais membros da Diretoria Executiva. Desde 2018, ele estava à frente da Gerência Executiva Atuarial e de Desenvolvimento de Planos da Petros.

Com mais de 30 anos de experiência em previdência complementar, o executivo é formado em Ciências Atuariais, Direito e Estatística. Com MBA em Gestão Atuarial, pela FIPECAFI/FEA (USP), e em Gestão em Instituições Financeiras, pela Universidade Católica de Brasília

Investimentos 

Vale apresenta lucro de US$ 739 milhões, abaixo do esperado

Fonte  jornais VALOR ECONÔMICO  e FOLHA DE S. PAULO  portais INFOMONEY, 6 MINUTOS  e MONEY TIMES

A Vale  teve um lucro de US$ 739 milhões no quarto trimestre de 2020, informou a companhia nesta quinta-feira (25). O número veio abaixo da expectativa média das projeções dos analistas e a notícia  merece atenção pela presença dos fundos de pensão entre os maiores acionistas da mineradora.

 

No ano, o lucro da Vale totalizou US$ 4,88 bilhões.

De acordo com a empresa, o lucro no 4º tri veio abaixo dos US$ 2,17 bilhões do terceiro trimestre por conta das maiores despesas relacionadas à tragédia de Brumadinho (MG), seguindo o acordo global para reparação do desastre, e encargos com impairments (custo por redução no valor recuperável de um ativo), principalmente em ativos de carvão e níquel.

BRF lucra 30% mais -  Outra empresa com forte participação dos fundos de pensão que apresentou os seus resultados ontem foi a BRF.  A companhia apurou lucro líquido de R$ 902 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 30% em relação a igual período de 2019, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (25).

No ano, o lucro somou R$ 1,39 bilhão, elevação de 14,6%. A receita líquida saltou 23,5%, para R$ 11 bilhões. No acumulado, o indicador subiu 18%, para R$ 33 bilhões.

Já o Ebitda ajustado, que mede o resultado operacional, foi de R$ 5,2 bilhões em 2020, alcançando uma margem de 13,1%, evolução de 110,7% quando comparado ao início da reestruturação.

Fundos de crédito privado devem atrair -  Para Christopher Smith, gestor da Capitânia, e Fausto Filho, CIO e gestor de renda fixa e crédito da XP, após a forte alta das ações ao longo dos últimos meses, e com as perspectivas de que o Banco Central (BC) inicie em breve um processo de alta da taxa básica de juros, os fundos de renda fixa da família de crédito privado despontam este ano como uma das principais alternativas para a diversificação do portfólio no mercado local. 

E a expectativa deles é de que, no médio prazo, quando a taxa Selic estiver “normalizada”, o retorno nominal projetado para os fundos de crédito seja difícil de ser ignorado, ao se situar perto dos 8%. Hoje, as carteiras com títulos de dívida de empresas com elevado rating de crédito e, portanto, baixo nível de risco, oferecem um prêmio ao investidor em relação ao CDI ao redor de 2% ao ano.