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Sexta-feira,   16 de Janeiro de 2026

Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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acessos desde segunda
Fonte: WIX
 

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IA avança 

nos eventos 

 

Mas avanço se concentra na criação de conteúdos,

deixando de fora o fluxo de caixa e as decisões financeiras em geral

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Para um segmento realizador de eventos como é o nosso caso, convêm sabermos que, segundo pesquisa da  Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), em parceria com a empresa de tecnologia Peppow, embora 79,7% dos respondentes declarem familiaridade com IA, a tecnologia ainda é usada majoritariamente para criação de conteúdo, como textos, imagens e propostas, e pouco aplicada à gestão de margem, fluxo de caixa e decisões financeiras.​

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A motivaçãp para isso, segundo  Doreni Caramori Júnior, presidente da Abrape, é que  aplicar IA à gestão financeira exige dados estruturados, processos organizados e integração entre sistemas, algo que ainda não é realidade para grande parte do setor.

 

Já criar conteúdo com IA é rápido, acessível e independe de maturidade operacional. Já usá-la para precificação, margem ou fluxo de caixa pressupõe histórico confiável de custos, contratos, impostos e pagamentos, e muitos negócios ainda operam com planilhas desconectadas e negociações espalhadas em canais informais.

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O uso de canais de comunicação, especialmente o WhatsApp,também traz desafios.A pesquisa mostra que mensagens instantâneas já competem com e-mail e redes sociais, mas dificultam o registro estruturado de dados para tomada de decisão e aplicação de IA.  â€‹â€‹Fontes: Meio & Mensagem  +​​ Panrotas  +  Comunicação da Abrape  +​​

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PREVIC institui prazo mínimo para análise de requerimentos de licenciamento

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A PREVIC atualizou sua Resolução  23/2023 e com isso instituiu prazos mínimos de análise de requerimentos de licenciamento, após a Consulta Pública nº 01/2025, realizada no segundo semestre de 2025.

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Para a diretora de Licenciamento substituta da PREVIC, Josilene Silva, o estabelecimento de um tempo mínimo para análise de requerimentos de licenciamento garante o rigor técnico necessário para matérias complexas que envolvem os direitos dos participantes e assistidos. “Esse período mínimo de análise, que varia de 10 a 20 dias na fase de instrução,   dependendo dos múltiplos aspectos do requerimento, é fundamental para que os especialistas da PREVIC avaliem tecnicamente os documentos encaminhados, fortalecendo a governança das EFPC e consequentemente a proteção dos participantes”, explica.

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O tempo mínimo de análise inicial varia de 10 a 20 dias conforme o tipo de requerimento. Quando se refere a habilitação de dirigentes, por exemplo, a análise exige pelo menos 10 dias na fase de instrução. No caso de requerimentos de fusão, cisão ou incorporação, o  tempo gasto nessa etapa inicial foi fixado em 20 dias.

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O objetivo é aperfeiçoar o processo de tomada de decisão para que ocorra com maior rigor de análise. Essa postura resulta em mais segurança jurídica e credibilidade para os milhões de brasileiros que contam com a poupança previdenciária dos fundos de pensão.

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Funpresp-Exe supera

R$ 15 bilhões sob gestão

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A Funpresp-Exe  ultrapassou a marca de R$ 15 bilhões em patrimônio administrado no início deste ano.

 

Além do avanço patrimonial, a rentabilidade da fundação também se destaca. Em 2025, a carteira de investimentos superou o objetivo de gestão estabelecido. Considerando a referência de IPCA + 4,00%,a rentabilidade consolidada da carteira ultrapassou a meta, alcançando 13,93%.  â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹Fontes: Comunicação da  Previc  + Blog Abrapp em  Foco  +  â€‹

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Saúde mental no trabalho: Perto de entrar em vigor NR-1 mexe com o RH das organizações

 

Às vésperas da entrada em vigor da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), em maio próximo,  um levantamento inédito aponta que a sobrecarga mental deixou de ser um problema pontual e passou a configurar um risco estrutural nas organizações brasileiras. Segundo estudo realizado pelo Zenklub, 93% das empresas analisadas apresentam alto risco psicossocial associado à exigência excessiva de concentração, atenção e memória no trabalho.

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Foram analisadas 10.894 respostas de colaboradores de 59 empresas, de diferentes setores da economia. O indicador considera variáveis como carga e ritmo de trabalho, autonomia, clareza de papéis, apoio da liderança, relações profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

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Os dados indicam que o principal vetor de risco à saúde mental nas organizações está relacionado à forma como o trabalho é estruturado, e não, predominantemente, a conflitos interpessoais. A sobrecarga cognitiva aparece como o fator mais crítico, refletindo a intensificação do trabalho, a pressão por resultados e a baixa previsibilidade de pausas e momentos de recuperação.

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A exigência de ritmos intensos de trabalho foi classificada como de alto risco em 32% das empresas e como risco médio nas demais 68%. Também figuram entre os principais fatores críticos a execução simultânea de múltiplas tarefas, o uso rígido de metas de produção, a ausência de pausas predefinidas e a elevada complexidade das demandas cognitivas.

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Monitoramento da produtividade é

bem aceita se não for abusiva

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Nos dois últimos anos a Justiça já decidiu sobre mais de 2,2 mil processos trabalhistas envolvendo o monitoramento da produtividade do trabalhador pela empresa e, na maioria das vezes se manifestou no sentido de aceitar sem problemas tal prática.

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AJustiça só vem se mostrando contrária se encontra claros indícios de que o  monitoramento se faz de forma abusiva. Enfim, o foco é quase sempre colocado nos mecanismos utilizados pelo empregador, se são lícitos ou não. 

 

 Fontes: Mundo RH +  Revista  EXAME  +  Valor +

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Demanda por escritórios de alto padrão bate recorde

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A noticia a seguir pode interessar aos dirigentes de nossas entidades fechadas tanto pelo lado do investimento como dos recursos humanos. É que a ocupação de lajes de alto padrão para escritórios atingiu o maior nível desde 2016, ultrapassando os recordes registrados em 2018 e 2019, período pré-pandemia e que antecedeu a entrega de milhares de metros quadrados de imóveis em bairros de elite nas zonas oeste e sul de São Paulo. 

 

Dados analisados pela consultoria de mercado SiiLA mostram que a absorção líquida de metros quadrados do ano passado ficou em 215,5 mil. Esse indicador mostra a diferença entre o que foi devolvido e que foi locado. A taxa de vacância ficou em 16,28%, acima apenas dos 16,09% registrados em 2019.

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​​Fonte: Folha de S. Paulo  +

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​Leia aqui na íntegra as matérias publicadas em suas fontes originais :

 

​IA avança no setor de eventos, finanças permanecem off-line​

Se2025 – Abrapetor de eventos deve crescer 8% em consumo e expandir empregos em 2026, projeta Abrape

PREVIC institui prazo mínimo para análise de requerimentos de licenciamento — PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar

Giro das associadas: Funpresp-Exe, Fusan e Petros – Blog Abrapp Em Foco

Saúde mental entra no centro da agenda do RH - Mundo RH

Nova NR-1 entra em vigor neste ano: o que muda e como as empresas devem se preparar | Exame

Monitoramento de produtividade abusivo gera dever de indenizar trabalhador | Legislação | Valor Econômico

Ocupação de escritórios de alto padrão bate recorde - 15/01/2026 - Painel S.A. - Folha

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