
Quarta-feira, 3 de junho
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
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Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
apoio

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Retrato
do idoso
Fiocruz e UFMG divulgam estudo amplo.
Nada menos de 42,7% dos idosos que vivem em áreas urbanas no Brasil relatam medo de cair por causa de defeitos em calçadas, passeios ou vias públicas próximas de suas casas. O percentual expõe um problema estrutural que afeta diretamente mobilidade, autonomia e participação social, diz estudo sobre a qualidade de vida dos mais velhos da Fiocruz, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Entre as mulheres idosas, esse índice chega a 50,5%, enquanto entre os homens é de 31,9%.
A preocupação também aumenta com a idade: atinge 35,2% das pessoas entre 60 e 69 anos, sobe para 47,1% entre 70 e 79 anos e alcança 63,1% entre aqueles com 80 anos ou mais.
A hipertensão arterial sistêmica segue como uma das condições mais relevantes da saúde dos idosos. A pesquisa, que incluiu aferição domiciliar da pressão arterial com metodologia padronizada, identificou que 34,4% dos idosos apresentam níveis compatíveis com hipertensão, ou seja, pressão a 14 por 9 ou acima disso. Isso corresponde a cerca de 11 milhões de brasileiros idosos que necessitam de avaliação clínica, diagnóstico e tratamento para prevenir desfechos graves, como infarto, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e demência vascular.
A prevalência da hipertensão aumenta progressivamente com a idade: 31,9% entre 60 e 69 anos, chegando a 40,1% entre pessoas com 80 anos ou mais.
A perda da capacidade funcional aparece como outro eixo central do estudo. De acordo com os resultados, 20,4% dos idosos brasileiros apresentam dificuldade para realizar ao menos uma atividade básica da vida diária, como se vestir, tomar banho, comer, usar o banheiro ou levantar-se da cama.
Fontes: Portal do Envelhecimento + Jornal de Brasília + Imprensapublica +
Previc cria GT para propor estratégias de viabilidade dos planos CD e CV
Oba
A PREVIC cria o Grupo de Trabalho (GT) de Estudos de Viabilidade e Adequação dos Planos de Benefícios CV/CD, tendo como objetivo aumentar a proteção do sistema a partir de uma análise preditiva para oferecer soluções a problemas identificados.
Constituído de forma multidisciplinar, o grupo conta com membros de diversas áreas da autarquia, incluindo as diretorias de Normas, Licenciamento e Fiscalização. A meta é unificar o conhecimento para identificar, mapear e propor ações estratégicas que permitam aumentar as garantias e a viabilidade dos planos CV e CD. O GT tem previsão de 180 dias, podendo ser prorrogado em caso de necessidade justificada.
Petros mostra as muitas formas de seu
compromisso com a ética e integridade
A Petros mostrou em maio a variedade de iniciativas de que lança mão para realçar o seu compromisso com a ética e integridade. Promoveu no mês passado mais uma edição da “Semana de Ética e Integridade”. Durante a atividade, a fundação destacou a atuação de instâncias como o Comitê de Ética e o Comitê de Integridade, além do papel estratégico do Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação.
A Petros faz parte de iniciativas como o Selo “Aqui Não”, da ABO Nacional, e o Código de Condutas Recomendadas da Abrapp. A entidade também conquistou importantes certificações, como o Selo GPTW, o Selo de Engajamento da Abrapp e, pelo quarto ano consecutivo, o Prêmio Ouvidorias Brasil.
Fontes: Blog Abrapp em Foco + Comunicação da Previc +
Estudo da XP propõe troca do CDI pelo IPCA
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Estudo da XP propõe ao mercado financeiro trocar o CDI pelo IPCA como indicador preferido dos portfólios. No caso, por exemplo, dos planos de previdência.
A ideia por trás disso é que nada melhor que um índice de inflação para medir se os ativos estão acompanhando de fato o aumento das obrigações do investidor. Cabe lembrar que assim pensa Robert Nerton, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 1997. E o ativo que melhor traduziria tal propósito seria o Tesouro IPCA+ (NTNs-N).
Investidores em títulos de dívida corporativa
começam a se organizar melhor
para enfrentar negociações entre devedores e credores
Com o mercado de capitais crescendo como fonte de recursos para as empresas no lugar dos bancos e estando muitas delas em dificuldades para honrar seus compromissos em razão dos juros altos e um cenário nem sempre favorável, os detentores de títulos de dívida corporativa vem fazendo força para se situar melhor nas negociações entre devedores e credores para chegar a um acordo de recuperação.
Ao publicar a notícia em sua edição de hoje (3) o jornal Valor Econômico diz que frequentemente os detentores de papéis de dívida vem ficando mesmo de fora ou fragilizados nas negociações, terminando em condições desfavoráveis nos acordos finais. É citado como exemplos os investidores com debêntures e CRIs da GPA, que tiveram que aceitar um deságio de 70% e agora se organizaram para questionar o acordo de recuperação extra- judicial da empresa. Os assinantes podem ler o texto na íntegra em Detentor de títulos briga por melhores condições em reestruturação | Finanças | Valor Econômico
Fontes: NeoFeed + Infomoney + You Tube XP + Valor +
Seguradoras vendem com sucesso pedindo apenas o RG do potencial cliente
ila
Como pode sempre ser uma boa ideia olhar o que se anda fazendo em mercados próximos aos nossos, como o de seguros, no intuito de talvez aproveitar na medida do possível iniciativas que podem ser boas, cabe prestar atenção na notícia a seguir. É que estamos vivendo em tempos de muita inovação e com o avanço do uso de dados comportamentais, financeiros e de inteligência artificial, seguradoras já começam a reduzir a quantidade de informações exigidas dos clientes e a personalizar preços com mais precisão.
Vale dar uma olhada mesmo sabendo que as seguradoras ao captar um cliente focam no risco de crédito, algo que propriamente não cabe no caso de nossas entidades fechadas.
Em resumo, contratar um seguro pode deixar de ser sinônimo de preencher longos formulários. E exatamente nesse sentido, em evento dias atrás, seguradora informou o mercado de que já começou a iniciar a venda de seguros de automóvel solicitando ao possível cliente apenas o número de seu CPF. A partir desse dado faz pesquisas de informações disponíveis em bases interna e externas e isso lhe vem permitindo a seu ver precificar o risco com sucesso.
Susep alerta para a falta de servidores
Oba
A notícia a seguir também nos interessa, na medida em que revela a diferença da situação em que vivemos com a Previc comparada com as seguradoras e a Susep em dificuldades : A Superintendência de Seguros Privados aguarda autorização do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos para nomear 97 candidatos do cadastro de reserva do concurso 2025.
A autarquia diz operar em “gravíssima escassez de servidores” e tem 242 cargos vagos de analista técnico em meio à expansão regulatória do setor.
Fontes: Infomoney + SEGS + Sonho Seguro + Valor + Let´s Money+
Leia algumas das matéria na íntegra em:
Fiocruz e UFMG divulgam estudo sobre saúde dos idosos | Jornal de Brasília
Fiocruz e UFMG apresentam pesquisa sobre a saúde dos idosos - Imprensa Pública
Giro das Associadas: Fundiágua, Petros, RS-Prev e Previnorte – Blog Abrapp Em Foco
PREVIC cria grupo de estudos para propor estratégias de viabilidade dos planos CD/CV
XP propõe trocar o CDI pelo IPCA como protagonista dos portfólios - NeoFeed
CDI é livre de risco? Estudo XP-Atlantiqis propõe novas referências para investidores
Detentor de títulos briga por melhores condições em reestruturação | Finanças | Valor Econômico
Seguro só com CPF? Dados e IA reduzem perguntas e personalizam preços
Susep alerta sobre escassez de servidores | Let's Money
Susep alerta sobre escassez de servidores | Let's Money
