
Quarta-feira, 15 de abril
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
apoio
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R$ 542,3 bi
sob gestão
O volume de recursos nas mãos dos gestores de
patrimônio cresceu 7,45% em 2025
O volume de investimentos administrados por gestores de patrimônio somou R$ 542,3 bilhões em 2025, uma alta de 7,45% em relação ao ano anterior.
Desse montante, a maior fatia – de 47% – ficou com a classe de renda fixa, que manteve a tendência de avanço registrada entre 2023 e 2024. A participação dela na carteira dos gestores de patrimônio cresceu 2,5%, incluindo títulos públicos e privados, FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), cotas de fundos de renda fixa e poupança.
Em volume financeiro, em 2025 a renda fixa tinha um total de R$ 255,1 bilhões no portfólio dos investidores do segmento, 13,6% a mais que os R$ 224,6 bilhões do ano anterior.
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Embora com uma presença mais modesta no volume total, a previdência se destacou, com alta de 2,9% em 2024 para 3,2% em 2025. Essa classe alcançou um montante de R$ 17,3 bilhões no fim de dezembro, o que representa um avanço de 18,5% sobre um ano antes.
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O montante investido em títulos públicos ficou praticamente estável na comparação anual: R$ 39,7 bilhões em 2025, ante R$ 38,8 bilhões em 2024. No caso da previdência, a alta foi de 18,5% – o produto chegou ao fim de 2025 com um volume de R$ 17,3 bilhões. Também tiveram altas os CDBs (13,4%, para R$ 13,5 bilhões) e os títulos privados (9,6%, para R$ 10,3 bilhões).
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Destacaram-se entre os produtos híbridos no ano passado os fundos estruturados, com uma alta de 16,3% sobre 2024. Esses produtos – FIDCs, FIPs (Fundos de Investimento em Participações) e FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) – encerraram 2025 com um total de R$ 89 bilhões, mais que os R$ 76,5 bilhões do ano anterior. Os ETFs também avançaram entre 2024 e 2025, para R$ 5,9 bilhões (alta de 47,5%).
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Fundos de pensão estão investindo
nos fundos imobiliários maiores
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Em meio a uma longa matéria do Valor Econômico, detectamos uma fala de Carlos Martins, sócio e gestor de FIIs da Kinea, segundo quem os fundos imobiliários maiores são os que estão chamando mais a atenção de estrangeiros e investidores institucionais, principalmente os fundos de pensão.
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Ele afirma que, embora o mercado seja muito focado no individual e no private, as fundações estão lentamente aumentando sua presença, enquanto o estrangeiro tem aparecido mais. Os assinantes do jornal podem ler a matéria na íntegra em Estrangeiro já responde por 24% do volume em fundo imobiliário | Finanças | Valor Econômico
Cresce 46,7% voto a distância
dos acionistas em assembleias de empresas
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Com a B3 facilitando o voto a distância dos acionistas nas assembleias das empresas através de uma de suas plataformas, a participação dos investidores nas reuniões cresceu 46,7% em 2025 sobre o ano anterior.
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No ano passado foram dados 60.595 votos a distância. Os investidores são notificados da realização da assembleia e têm condições de facilmente votar as pautas usando a plataforma da Bolsa. ​​​​​​​ Fontes : Anbima + Valor +​​​
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Governo quer deixar regulação do trabalho por app para 2027​​
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Como o assunto interessa na medida em que a Abrapp vem defendendo o pagamento de micro pensões a motoristas e entregadores, cabe saber que o governo pretende deixar a discussão sobre a regulação do trabalho por apps para 2027.
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O Planalto reclama de ter o relator atendido muitas das propostas das plataformas, o que teria a seu ver retirado direitos dos trabalhadores. Fontes: Folha de S. Paulo + Metrópoles +
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EFPCs encerraram o ano passado com superávit de R$ 17 bilhões, destaca jornal​​
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A previdência complementar fechada encerrou o ano passado com um superávit consolidado de R$ 17 bilhões, fruto líquido de um balanço que somou R$ 39 bilhões em planos superavitários contra R$ 22 bilhões deficitários. Os números são da Previc.​​​​​
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A governança e a gestão de riscos foram apontadas pela Abrapp como os pilares para tal resultado. Ao jornal o Diretor-Presidente da entidade, Devanir Silva, destacou que a visão de longo prazo é o que garante a segurança dos milhões de participantes.
Fontes: Gazeta Mercantil + Blog Abrapp em Foco +
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Educação previdenciária é cada vez mais urgente​
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Naturalmente em busca de assuntos para a educação financeira para a longevidade, pode interessar aos dirigentes de nossas entidades fechadas saber estarem os especialistas reforçando que o Brasil está "envelhecendo antes de enriquecer". Isso significa que a janela de oportunidade para criar uma poupança sólida está se fechando para muitos.
O planejamento de vida precisa considerar que a longevidade exige recursos crescentes, e a rede de segurança familiar, antes garantida, agora é incerta particularmente pelo pequeno e mesmo inexistente número de filhos. Essa dinâmica reflete que, quando a responsabilidade financeira é transferida para um herdeiro muitas vezes o idoso entra em cenário de vulnerabilidade. Quando não há herdeiros, a situação é ainda pior.
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Sendo assim, investir em previdência privada, fundos imobiliários ou outras formas de renda passiva é a estratégia mais eficaz para garantir autonomia. Mesmo porque o sistema previdenciário brasileiro opera no limite. Cada aumento no salário mínimo gera um impacto cascata de centenas de milhões de reais nas despesas públicas. Esse cenário agrava o risco de abandono financeiro de idosos, pois a capacidade de compra das aposentadorias tende a diminuir frente ao aumento dos custos com saúde e longevidade.
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Alzheimer deve
triplicar até 2050
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De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 2 milhões de brasileiros têm Alzheimer e a previsão é que essa população triplique até 2050. Os especialistas alertam que o Brasil não está preparado para lidar com o rápido envelhecimento da população.
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Em entrevista ao Dr. Roberto Kalil, no CNN Sinais Vitais do último sábado (11), o neurologista Diogo Haddad, professor da Santa Casa, advertiu quanto à necessidade de se estar atento aos sinais anteriores à perda de independência, como o comprometimento cognitivo leve. "Não que ele seja um processo demencial, mas quem já tem um comprometimento leve, onde eu enxergo através de testagem que ele não está tão bem quanto esperava, mas que ele continua conseguindo fazer as coisas normalmente, esse paciente tem risco", explicou.
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Fontes: Instituto MAG de Longevidade + CNN +​
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INSS: Nova presidente diz que " fila " não ultrapassa 900 mil requerimentos
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Segundo a nova presidente do INSS, Ana Cristina Silveira, a "fila" de solicitações requerendo benefícios, que a mídia afirma estar atualmente acima de 3 milhões, não vem sendo contada da forma correta. Para ela, não passam de 900 mil, uma vez que devem ser desconsiderados cerca de 1,3 milhão pedidos que entram todos os meses, além de perto de 500 mil processos que dependem de ação dos segurados, como apresentação de documentos ou ida às agências.
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Ana Cristina prometeu também reuniões semanais com a Dataprev para garantir o funcionamento das plataformas; melhoria do aplicativo Meu INSS, tornando-o mais intuitivo; e desenvolvimento de ferramentas para agilizar o trabalho dos servidores.
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Na Folha de S. Paulo, o jornalista Élio Gaspari publica artigo sob o sugestivo título de " A fila do INSS assombra o Planalto ". Os assinantes do jornal podem ler o texto na íntegra em A fila do INSS assombra o Planalto - 14/04/2026 - Elio Gaspari - Folha
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Fonte: EBC + Agência Brasil + Folha de S. Paulo +
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​​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :
Estrangeiro já responde por 24% do volume em fundo imobiliário | Finanças | Valor Econômico
Governo quer deixar discussão sobre apps para 2027 - 14/04/2026 - Painel - Folha
Previdência fechada dribla volatilidade e lucra R$ 17 bilhões - Gazeta Mercantil Digital
Abandono financeiro de idosos e o futuro da aposentadoria
Dr. Kalil e neurologistas comentam despreparo do Brasil com envelhecimento | CNN Brasil
Nova presidenta do INSS quer recuperar confiança no órgão | Agência Brasil
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