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Segunda-feira, 22 de abril

Só informações estratégicas de interesse dos
dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor

encontra a essên
cia, para se informar
melhor  deve buscar a notícia completa 

nas fontes primárias apontadas,
algumas das  quais requerem assinatura.
 

 

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Primeira  leitura

 

O novo mapa

do fomento

A renda do trabalho do público-alvo das

EFPCs cresceu 10,4% em 2023

 

Os dados a seguir podem muito bem ser úteis aos formuladores de nossas políticas de fomento da previdência complementar fechada, ao nos fornecerem números que dizem respeito a alguns de nossos públicos-alvo.

De um lado,  diz  a FGV Social, a fatia das classes A e B no conjunto da população brasileira cresceu de 13,50%, em 2022, para 15,59%, no ano seguinte.

E outra notícia vai na mesma direção, ao mostrar que dados divulgados na última sexta-feira (19) pelo IBGE confirmam a tendência.  As famílias compostas pelos mais escolarizados e qualificados voltaram a ter a mesma renda do trabalho de antes da pandemia.

O dado é que, conforme o IBGE, a renda do trabalho dos 10% mais ricos cresceu 10,4% no ano passado, comparativamente ao valor auferido em 2022. Na base da pirâmide o ganho salarial foi de 1,8%.

O Globo + EXTRA (RJ) + Folha de S. Paulo +  Valor +

Leia a matéria na íntegra em 

IBGE: ricos ganham 14,4 vezes a renda dos 40% mais pobres - 19/04/2024 - Mercado - Folha (uol.com.br)

Renda tem novo recorde, e Bolsa Família impede desigualdade maior | Brasil | Valor Econômico (globo.com)

Previdência Social

Editorial de jornal pede nova reforma da Previdência

Passados apenas 3 anos e meio, o Regime Geral da Previdência Social pede uma renova reforma, diz jornal em editorial. O salário mínimo proposto para 2025 vai ajudar a elevar para R$ 980,9 bilhões os gastos previdenciários no ano que vem, o que manda sinal de recrudescimento do déficit na medida em que a receita nem de longo acompanha.

O envelhecimento da população, junto com a informalidade no mercado de trabalho, não ajudam.

Maioria dos MEIs são de fato "empregados"

e prejudicam a receita da Previdência Social

 

Estudo deBruna Alvarez Mirelli, pesquisadora da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EESP), sugere que 53% dos MEIs não são microempreendedores “de verdade”, tornaram-se de fato "empregados" de outras empresas. Isso estaria a indicar problemas no desenho do programa, que acabam gerando incentivos como o da pejotização e também perdas, sobretudo para a Previdência. 

O levantamento usa dados de 2008 a 2019, período em que foram criados mais de 9 milhões de MEIs.

Prova de vida: INSS e SUS juntos

O ministro Carlos Lupi (Previdência) negocia com sua colega Nísia Trindade (Saúde) uma forma de integrar as informações das duas pastas para usar os registros do SUS (Sistema Único de Saúde) para automatizar a prova de vida no INSS. 

 

"Tomou uma vacina, teve uma consulta no SUS, automaticamente esse registro seria encaminhado para a Previdência", diz Lupi.

 

O Estado de S. Paulo + Folha de S. Paulo + Valor + 

Leia  matéria  na íntegra e saiba mais em

 

Previdência quer usar SUS para automatizar prova de vida do INSS - 20/04/2024 - Painel - Folha (uol.com.br)

53% dos MEIs são empregados de outras empresas, sugere estudo | Brasil | Valor Econômico (globo.com)

Previdência quer ampliar uso de vans e barcos em perícias móveis - 21/04/2024 - Painel - Folha (uol.com.br)

 

Previdência Complementar

Entidades fechadas alcançam seu melhor resultado em uma década

As entidades fechadas  apresentaram no ano passado superávit de R$ 14 bilhões, sendo este o melhor resultado em uma década. E, ao dar a notícia, o Relatório Gerencial da Previdência Complementar (RGPC), produzido pela Secretaria dos Regimes Próprio e Complementar do Ministério da Previdência Social, se mostrou confiante de que algo ainda melhor virá, fruto das condições favoráveis que se estão formando a partir de medidas como a inscrição automática, entre outras adotadas para favorecer o fomento de nosso segmento.

Em 2023 os planos alcançaram uma rentabilidade média de 12,8%, refletindo  os desempenhos positivos tanto da renda variável quanto da fixa. Nos planos de Contribuição Definida e  Variável a rentabilidade foi de 13,3% e 13,6%, respectivamente, superando inclusive o CDI (13%) no mesmo período. No acumulado dos últimos dez anos, o retorno foi de 172,6%, performance superior ao CDI (141,7%) e ao Ibovespa (161,4%).

No ano passado o número de planos com déficit caiu de 342 para 190, enquanto o daqueles que alcançaram superávit subiu para 386.

No exercício  a Previdência Complementar pagou aproximadamente R$ 94 bilhões em benefícios, montante 6% superior ao registrado no ano anterior e destinado a cerca de 945 mil aposentados e beneficiários, quase todos (95%) participantes e agora assistidos por planos fechados.

Forluz explica investimentos

no YouTube e Spotify

Está disponível no canal da Forluz no YouTube o primeiro episódio da série PrevCast Forluz – Finanças, que também pode ser ouvido no Spotify. A cada fechamento de trimestre, o programa irá abordar os principais acontecimentos que movimentaram a economia e seus impactos para os resultados dos planos previdenciários da fundação.

Os convidados do episódio são Emílio Cáfaro, Diretor de Investimentos e Controle, João Paulo Scapolatempore, Gerente de Renda Variável e Macroalocação, e Matheus Xavier, Analista Sênior da Área de Renda Fixa.

Blog Abrapp em Foco + Investidor Institucional +

Tenha acesso aqui às integras do Relatório e das matérias

Dados Abertos de Previdência Complementar — Ministério da Previdência Social (www.gov.br)

Superávit das EFPC registra melhor resultado em 10 anos, aponta Relatório Gerencial da Previdência Complementar   – Blog Abrapp Em Foco

Superávit da previdência complementar tende a aumentar, diz MPS (investidorinstitucional.com.br)

Giro das associadas: Capef, Fusan e Forluz – Blog Abrapp Em Foco

Previdência Complementar 2

Abertas entram em uma nova etapa

Mudanças nas bases legal e normativa conduzem a vertente aberta da previdência complementar a caminhar na direção do que seria um novo ciclo, reforçado pela nova regra da inscrição automática. E, segundo sugere o jornal ao publicar hoje (22) a notícia, essa nova fase na vida do segmento seria a sua transformação de veículo teoricamente voltado para a acumulação de recursos para, a partir de agora,  produto que serviria ao objetivo de  " gerar renda em diferentes ciclos da vida do participante " .

Contribui para isso o fato de o Congresso ter disciplinado o uso do instrumento de previdência como colateral para operações de crédito. Isso pode tirar a pressão para resgates fora do prazo de dez anos, quando a alíquota de Imposto de Renda (IR) cai a 10% na tabela regressiva.

Já as resoluções recém  normatizadas pela Susep instituem, entre outras coisas, o conceito de ciclo de vida na previdência, em que o cliente passa a ter diferentes alternativas para receber o dinheiro acumulado, fazendo conversões parciais de renda. Hoje, o índice de compra de renda é bastante restrito no Brasil porque quem opta pelo benefício vitalício joga com a sorte contra a seguradora. Se falecer logo, os recursos não são transmitidos aos herdeiros, então a tendência tem sido resgatar o dinheiro acumulado na hora da aposentadoria.

Outra inovação é a que permite o fechamento para captação dos fundos atrelados aos planos de previdência aberta, o que pode colocar no sistema estratégias mais arriscadas, como as de crédito estruturado.

Fundos batem o IPCA

Levantamento mostra, segundo matéria publicada hoje (22) por jornal carioca, que 98% do que chama de fundos de previdência apresentaram no ano passado rendimento superior ao IPCA. 

Ajudou bastante nisso o surgimento de novos fundos, o que teria contribuído para aumentar a concorrência e assim produzir melhores resultados. Em 2022 existiam operando quase 3.600 fundos e no ano passado surgiram mais 650.

Valor + O Globo +

Recomendamos a leitura da matéria na íntegra  em

Previdência aberta redesenha a sua oferta sob novas regras | Finanças | Valor Econômico (globo.com)

Investimentos

Cresce a aposta da Selic em  9,75% no final do ano

Nos dois últimos dias dois importantes jornais  disseram a mesma coisa: a Selic deverá terminar este ano em 9,75%.

No domingo, o jornalista Lauro Jardim publicou nota curta informando que esta é a aposta do Bradesco.

Já em sua edição desta segunda-feira (22), o segundo jornal registra que na pesquisa anterior a mediana das estimativas para a taxa de juros no fim do ciclo se encontrava em 9%, mas agora a indicação é de 9,75%. O patamar é superior também ao observado no Boletim Focus, atualmente em 9,13%.

 

A trajetória para os juros básicos no fim do ano que vem seguiu a mesma direção e avançou de 8,5% para 9%.

 

O Globo + Valor + Folha de S. Paulo +  UOL +

Recomendamos a leitura das matérias na íntegra  em

Mercado agora vê Selic a 9,75% no fim de 2024 com piora no cenário | Finanças | Valor Econômico (globo.com)

Mercado vê BC mais conservador e menor corte de juros - 21/04/2024 - Mercado - Folha (uol.com.br)

 

ECONOMIA EM DADOS

O faturamento do varejo brasileiro cresceu 15% em março, em comparação com igual mês do ano passado. Já o número de visitantes a lojas físicas aumentou em 26% na mesma base de comparação, indica a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). ------  O País teve um prejuízo de R$ 453 ,5 bilhões em 2022 com atividades ilegais como contrabando, pirataria, roubo, fraude fiscal, sonegação de impostos e  furto de serviços públicos como água e gás. O cálculo é da CNI, Fiesp e Firjan. ------ Dados apurados pela consultoria A.C. Pastore  apontam para a possibilidade de uma alta de 7% dos investimentos no primeiro trimestre, em relação aos três meses imediatamente anteriores. No mesmo período de 2023, a FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo) caiu 3%. ------

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